Análise das variações da produção no dimensionamento de mão de obra: um estudo de caso
| dc.creator | Jorge Luiz dos Santos Júnior | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-14T20:45:11Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T01:06:23Z | |
| dc.date.available | 2019-08-14T20:45:11Z | |
| dc.date.issued | 2015-07-01 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/BUBD-9ZKKFT | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Logística empresarial | |
| dc.subject.other | Dimensionamento de recursos | |
| dc.subject.other | Planejamento agregado | |
| dc.title | Análise das variações da produção no dimensionamento de mão de obra: um estudo de caso | |
| dc.type | Monografia de especialização | |
| local.contributor.advisor-co1 | Renata Lucia Magalhaes de Oliveira | |
| local.contributor.advisor1 | Leise Kelli de Oliveira | |
| local.description.resumo | O Planejamento Agregado relaciona-se com o dimensionamento dos recursos produtivos, assim como número de colaboradores e quantidade de equipamentos que têm impacto na capacidade produtiva. A principal finalidade é garantir que as atividades do armazém sejam realizadas no tempo correto com os recursos disponíveis. Empresas do setor automobilístico estão sujeitas a sofrer efeitos negativos influenciados pela economia e outros tipos de especulações externas, tais como, instabilidade do mercado, economia frágil e baixos investimentos de investidores externos. Como resultado final, tem-se uma grande oscilação nos planos produtivos que geram um desequilíbrio entre a demanda prevista e plano realizado, resultando em uma rápida reação do setor de recursos humanos para adequar a mão de obra a demanda para que a mão de obra dimensionada pelo setor da engenharia esteja alinhada ao volume de trabalho do armazém. Foram realizadas modelagens com a ferramenta Solver do software Microsoft Excel afim de otimizar os sistemas de embalagens em função do tipo de mão de obra alocado, podendo ser: (i) mão de obra própria em horário normal, (ii) mão de obra própria em hora extra e (iii) mão de obra terceirizada. Foram discutidos os resultados e analisado a tipologia de mão de obra alocada nas atividades, além de sugestões para trabalhos futuros para que o estudo seja aprimorado e utilizado com maior eficácia e eficiência. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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