O uso de um instrumento de autorreflexão em um contexto de formação inicial de professores de línguas com vistas ao desenvolvimento do letramento crítico e à transformação social: a autonomia sociocultural, as tecnologias e suas inter-relações

dc.creatorChristine Siqueira Nicolaides
dc.creatorJunia de Carvalho Fidelis Braga
dc.creatorBruna Quartarolo Vargas
dc.date.accessioned2025-10-08T20:22:09Z
dc.date.issued2022-03-24
dc.description.abstractIn this study, we use a self-reflective instrument to implement a pedagogical practice aimed at critical reflection to better understand the development of Critical Literacy in pre-service education and foster reflections on language teaching related to sociocultural autonomy, the use of technology and their intertwinements. Hence, we constructed and thereafter used the self-reflective instrument with 30 pre-service language teachers. We used Atlas.ti software to assign analysis categories. When analyzed from the perspective of Critical Literacy, the findings demonstrate that self-reflective instruments can encourage critical reflection and promote opportunities for problematizing concepts and conceptions. Regarding the notion of autonomy, the research participants’ reflections evidence a tendency to individually perceive autonomy, even if, collectively, the concept of sociocultural autonomy may be new to these teachers. The reflections on digital technologies, in turn, underscore that, although technology can expand learning opportunities, access to it only by a privileged social group tends to increase social inequality. Consequently, only a restricted group has its voice heard, curbing possible the emancipatory processes of less privileged classes and making it harder for social transformation to occur in society. We therefore conclude that pre-service language teachers wish language education would lead to the development of critical-thinking citizens determined to build a less inequitable society with more opportunities for all.
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.4013/cld.2021.194.05
dc.identifier.issn2177-6202
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/540
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofCalidoscópio
dc.rightsAcesso aberto
dc.rightsAcesso aberto
dc.subjectProfessores de línguas - Formação
dc.subjectLetramento
dc.titleO uso de um instrumento de autorreflexão em um contexto de formação inicial de professores de línguas com vistas ao desenvolvimento do letramento crítico e à transformação social: a autonomia sociocultural, as tecnologias e suas inter-relações
dc.title.alternativeThe use of a self-reflective instrument in pre-service language-teacher education context towards critical literacy and social transformation – sociocultural autonomy, technology, and their intertwinements
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage508
local.citation.issue14
local.citation.spage494
local.citation.volume19
local.creator.IDhttps://orcid.org/0000-0003-0167-3592
local.creator.IDhttps://orcid.org/0000-0002-8450-2061
local.creator.IDhttps://orcid.org/0000-0003-0373-3130
local.description.resumoNeste estudo, utilizamos um instrumento de autorreflexão para a implementação de uma prática pedagógica direcionada à reflexão crítica. Com isso, buscamos compreender o desenvolvimento do letramento crítico na formação inicial de estudantes de Letras a fim de fomentar reflexões sobre a educação linguística relacionadas à autonomia sociocultural e ao uso da tecnologia e suas interrelações. Para isso, construímos e aplicamos um instrumento autorreflexivo para 30 alunos de Letras. Utilizamos o software Atlas.ti para atribuir categorias de análise. Os resultados, obtidos a partir das discussões sobre letramento crítico, apontam que instrumentos autorreflexivos podem fomentar a reflexão crítica e promover oportunidades para a problematização de conceitos e concepções. Quanto à concepção de autonomia, as reflexões dos participantes demonstram uma tendência de se perceber a autonomia no sentido individual, embora, no sentido coletivo, o conceito de autonomia sociocultural possa ser novo para esses professores. As reflexões sobre tecnologias digitais, por sua vez, apontam que, ainda que as tecnologias possam ampliar as oportunidades de aprendizagem, o acesso a elas somente por uma camada social privilegiada tende a aumentar a desigualdade social. Como consequência, apenas um grupo restrito tem sua voz ouvida, o que acaba coibindo possíveis processos emancipatórios de classes menos privilegiadas, dificultando a transformação social da sociedade. Concluímos, assim, que há um desejo por parte de professores de línguas em formação que a educação linguística tome rumos que levem à formação de cidadãos(ãs) críticos(as), empenhados em construir uma sociedade com menos desigualdades sociais e mais oportunidades para todas, todos e todes.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFALE - FACULDADE DE LETRAS
local.publisher.initialsUFMG
local.subject.cnpqLINGUISTICA, LETRAS E ARTES
local.url.externahttps://revistas.unisinos.br/index.php/calidoscopio/article/view/23693/60748969

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