Agonia de um mito pós-moderno: narrativas míticas arcaicas e o relato jornalístico do 11 de setembro

dc.creatorMario Geraldo Rocha da Fonseca
dc.date.accessioned2019-08-10T03:46:18Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:01:10Z
dc.date.available2019-08-10T03:46:18Z
dc.date.issued2006-10-03
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ALDR-6WDQAS
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectNarrativa (Retórica)
dc.subjectAnálise do discurso narrativo
dc.subjectMito na literatura
dc.subjectMitologia grega
dc.subjectSimbolismo na publicidade
dc.subjectJornais brasileiros
dc.subjectLiteratura e história
dc.subjectJornalismo Linguagem
dc.subjectEstados Unidos, Atentado, 2001
dc.subjectImagem e escrita
dc.subjectPós-modernismo
dc.subject.othernarrativas míticas
dc.subject.otherrelato jornalístico
dc.subject.other11 de setembro
dc.titleAgonia de um mito pós-moderno: narrativas míticas arcaicas e o relato jornalístico do 11 de setembro
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Tereza Virginia R Barbosa
local.contributor.referee1Elcio Loureiro Cornelsen
local.contributor.referee1Luiz Gonzaga Figueiredo Motta
local.description.resumoEste é um trabalho de comparação entre o relato jornalístico e algumas narrativas antigas. O objetivo é encontrar afinidades estruturais entre as narrativas contemporâneas e as narrativas arcaicas. Para isso, tomou-se como objeto de estudo o relato dos atentados terroristas aos Estados Unidos da América (EUA) que ficaram conhecidos pelo dia e pelo mês - 11 de Setembro - em que ocorreram, em 2001. Para a análise, escolheu-se 15 primeiras - páginas de jornais de várias partes do mundo, a maioria dos EUA, mas também da Espanha, Peru, Inglaterra e Filipinas. Destas, vai-se dedicar uma atenção particular aos jornais de maior circulação nas principais cidades do Brasil, a saber, o Estado de Minas (Belo Horizonte) , o Correio Brasiliense (Brasília), O Globo (Rio de Janeiro) e a Folha de São Paulo (São Paulo). Os relatos do Estado de Minas e da Folha de São Paulo serão comparados com a estrutura retórica do Édipo-Rei de Sófocles; o Correio Brasiliense, com alguns trechos das Histórias de Heródoto e o Globo, com o poema Enûma elish, épico no qual os antigos povos da Mesopotânmia narram a Criação do Mundo. Com isso, não se quer perseguir as origens arcaicas do jornalismo, mas apenas situar o relato jornalístico dentro de uma das mais fecundas tradições narrativas do Ocidente: aquela que narra o mito .
local.publisher.initialsUFMG

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