A critical study on phase-field modelling of fracture

dc.creatorHugo Mouro Leão
dc.date.accessioned2021-09-10T16:52:52Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:25:59Z
dc.date.available2021-09-10T16:52:52Z
dc.date.issued2021-05-19
dc.description.abstractNos modelos de degradação elástica, a trinca é considerada de maneira distribuída, e a energia liberada devido ao seu crescimento é controlada pela energia de fratura e outros parâmetros do material, como os limites de resistência. Tal abordagem não é capaz de representar a geometria da região onde ocorre a trinca. Além disso, apresenta algumas limitações bem conhecidas, como forte dependência da malha, início prematuro da fratura e fratura perfeitamente frágil instantânea. O grupo de pesquisa onde surgiu esse trabalho possui uma vasta e diversificada experiência na formulação e implementação de modelos de representação de fissuras. Vários estudos deste grupo de pesquisa referem-se a tentativas de mitigar as limitações mencionadas. Atualmente, modelos de campo de fase têm sido usados como uma abordagem alternativa para lidar com fraturas. Esses modelos consideram uma trinca difusiva e suave pertencente a uma determinada região de volume no qual uma função que descreve a densidade de trincas é prescrita. Esses modelos podem detectar a nucleação de trincas e, como sua principal vantagem, conseguem descrever uma trinca discreta sem se preocupar com a geometria da trinca em si. Desta forma, o modelo de campo de fase consiste em incorporar uma equação adicional no modelo para controlar uma variável de campo contínuo que representa uma transição suave entre o material intacto e o completamente danificado. Este trabalho é uma consequência natural dos estudos anteriores do grupo de pesquisa sendo, neste grupo, um estudo pioneiro sobre modelos de campo de fase visando compreender as principais características, vantagens e desvantagens destes modelos. Todas as implementações computacionais foram feitas no programa INSANE (INteractive Structural ANalysis Environment), um programa gratuito desenvolvido pelo próprio grupo de pesquisa.
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/37980
dc.languageeng
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEngenharia de estruturas
dc.subjectFratura
dc.subjectMétodo dos elementos finitos
dc.subject.otherPhase field models of fracture
dc.subject.otherElastic degrading models
dc.subject.otherFinite element method based phase-field models
dc.titleA critical study on phase-field modelling of fracture
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Lapo Gori
local.contributor.advisor1Roque Luiz da Silva Pitangueira
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6350941947291905
local.contributor.referee1Samuel Silva Penna
local.contributor.referee1Adair Roberto Aguiar
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0210799262299813
local.description.resumoWhile the Griffith approach is based on a discrete description of a crack, in the so-called elastic degrading models, cracks are considered in a continuous way, and the energy released due to crack growth is controlled by the fracture energy and other material parameters, like the strength limits. Such an approach is not capable to represent the geometry of the region where the crack takes place. Also, it presents some well known limitations such as strong mesh-dependency, premature fracture initiation and instantaneous perfectly-brittle fracture. The research group where the present work takes place has a large and diverse experience concerning the formulation and implementation of models for cracking representation. A number of studies of the research group focused on the mitigation of the aforementioned limitations. Nowadays, Phase-field models have been used as an alternative approach to deal with fracture. These models consider a diffusive and smooth crack that belongs to a certain volume region where a function that describes the crack density is prescribed. Such models can detect cracks nucleation and, as their main advantage, can describe a sharp crack without worrying about the sharp crack itself. In this way, the phase-field model consists in incorporating an additional equation in the model to controls a continuous field variable that represents a smooth transition between the completely broken and unbroken material. This work is a natural consequence of the previous studies of the research group. It is a pioneer study of the group concerning phase-field models that aims to understand the main characteristics, advantages and drawbacks of phase-field models. All the computational implementations were done in the software INSANE (INteractive Structural ANalysis Environment), an open source software developed by the own research group.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-2085-1972
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENG - DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ESTRUTURAS
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Engenharia de Estruturas

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