Mortalidade prematura por doenças crônicas não transmissíveis em capitais brasileiras: redistribuição de causas garbage e evolução por estratos de privação social

dc.creatorDeborah Carvalho Malta
dc.creatorMaurício Lima Barreto
dc.creatorRenato Azeredo Teixeira
dc.creatorLaís Santos de Magalhães Cardoso
dc.creatorJuliana Bottoni de Souza
dc.creatorRegina Tomie Ivata Bernal
dc.creatorPedro Cisalpino Pinheiro
dc.creatorCrizian Saar Gomes
dc.creatorAlastair Leyland
dc.creatorRuth Dundas
dc.date.accessioned2025-08-19T19:08:37Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:50:39Z
dc.date.available2025-08-19T19:08:37Z
dc.date.issued2023
dc.description.abstractObjective: To analyze premature mortality due to noncommunicable chronic diseases (NCDs) in Brazilian capitals and the Federal District (DF) after redistribution of garbage causes and the temporal evolution according to social deprivation strata in the 2010 to 2012 and 2017 to 2019 triennia. Methods: Corrections were applied to the Mortality Information System (Sistema de Informação sobre Mortalidade – SIM) data such as the redistribution of garbage codes (GC). Premature mortality rates due to NCDs were calculated and standardized by age. The differences among NCDs mortality rates were analyzed according to the Brazilian Deprivation Index (Índice Brasileiro de Privação – IBP) categories and between the three-year periods. Results: In the capitals as a whole, rates increased between 8 and 12% after GC redistribution and the greatest increases occurred in areas of high deprivation: 11.9 and 11.4%, triennia 1 and 2, respectively. There was variability between the capitals. There was a reduction in rates in all strata of deprivation between the three-year periods, with the greatest decrease in the stratum of low deprivation (-18.2%) and the lowest in the stratum of high deprivation (-7.5%). Conclusion: The redistribution of GC represented an increase in mortality rates, being higher in the strata of greater social deprivation. As a rule, a positive gradient of mortality was observed with increasing social deprivation. The analysis of the temporal evolution showed a decrease in mortality from NCDs between the triennia, especially in areas of lower social deprivation.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.1590/1980-549720230002.supl.1.1
dc.identifier.issn19805497
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/84429
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectDoenças não Transmissíveis
dc.subjectMortalidade Prematura
dc.subjectRegistros de Mortalidade
dc.subjectDisparidades nos Níveis de Saúde
dc.subjectSistema de informação de Mortalidade
dc.subjectAnálise de Pequenas Áreas
dc.subject.otherDoenças não Transmissíveis
dc.subject.otherMortalidade Prematura
dc.subject.otherRegistros de Mortalidade
dc.subject.otherSistema de informação de Mortalidade
dc.subject.otherDisparidades nos Níveis de Saúde
dc.subject.otherAnálise de Pequenas Áreas
dc.titleMortalidade prematura por doenças crônicas não transmissíveis em capitais brasileiras: redistribuição de causas garbage e evolução por estratos de privação social
dc.title.alternativePremature mortality due to noncommunicable diseases in Brazilian capitals: redistribution of garbage causes and evolution by social deprivation strata
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage9
local.citation.issueSuppl 1
local.citation.spage1
local.citation.volume26
local.description.resumoObjetivo: Analisar a mortalidade prematura por doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) nas capitais brasileiras e Distrito Federal (DF) após redistribuição das causas garbage, e a evolução temporal segundo estratos de privação social nos triênios 2010 a 2012 e 2017 a 2019. Métodos: Foram aplicadas correções ao Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM), sendo empregada metodologia para redistribuição das causas garbage (CG). As taxas de mortalidade prematura por DCNT padronizadas por idade foram estimadas. Foram analisadas as diferenças entre as taxas de mortalidade por DCNT segundo categorias do Índice Brasileiro de Privação (IBP) e entre os triênios. Resultados: No conjunto das capitais, as taxas aumentaram entre 8 e 12% após a redistribuição de CG, e os maiores acréscimos ocorreram em áreas de alta privação: 11,9 e 11,4%, triênios 1 e 2, respectivamente. Houve variabilidade entre as capitais. Observou-se redução das taxas em todos os estratos de privação entre os triênios, sendo maior decréscimo no estrato de baixa privação (-18,2%), e menor no estrato de alta privação (-7,5%). Conclusão: A redistribuição de CG representou aumento das taxas de mortalidade, sendo maior nos estratos de maior privação social. Via de regra, observou-se gradiente positivo de mortalidade com o aumento da privação social. A análise da evolução temporal evidenciou decréscimo da mortalidade por DCNT entre os triênios, sobretudo em áreas de menor privação social.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENF - DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM MATERNO INFANTIL E SAÚDE PÚBLICA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.scielosp.org/pdf/rbepid/2023.v26suppl1/e230002/pt

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