Acurácia de parâmetros não invasivos para discriminar a esquistossomose hepatoesplênica da doença hepática avançada compensada por hepatite C

dc.creatorRhaissa Carvalho Said Stancioli
dc.date.accessioned2023-05-30T13:56:06Z
dc.date.accessioned2025-09-08T22:57:11Z
dc.date.available2023-05-30T13:56:06Z
dc.date.issued2023-03-30
dc.description.abstractBACKGROUND: The clinical presentation of presinusoidal or sinusoidal portal hypertension liver diseases may have overlap of symptoms and challenge the clinical diagnosis. We investigate the accuracy of noninvasive methods to distinguish hepatosplenic schistosomiasis (presinusoidal) from compensated cirrhosis (sinusoidal). METHODS: A cross-sectional study compared the laboratory (biochemical and hematological) and noninvasive (ultrasonography and two-dimensional shear wave [2D-SWE] elastography) tests of participants of two groups: compensated cirrhosis related to chronic hepatitis C (HCV; n=23) or hepatosplenic schistosomiasis (HSS n=24). Parametric/nonparametric tests, receiver operating characteristic (ROC) curves and values of area under curve (AUC) were used to discriminate groups. RESULTS: The laboratory analyses (leukocytes, aminotransferases, and platelets) had AUC below 0.8 to discriminate the groups. By ultrasonography, HCV group had more heterogeneous liver and larger right lobe (p <0.001), and HSS group had larger spleen, splenic vein and periportal fibrosis (p <0.001). The median liver and splenic elastography in HCV and HSS groups were 14.0 and 7.5 kPa (p<0.001), and 22.0 and 23.2 kPa (p=0.40), respectively. The AUC of liver elastography to discriminate HCV and HSS was 0.86 (p<0.001). CONCLUSIONS: The 2D-SWE liver elastography improved accuracy to discriminate the hepatosplenic schistosomiasis from HCV compensated cirrhosis, which are valuable in endemic areas of both diseases. Number of words: 199 Keywords: Chronic Hepatitis C, Compensated Liver Cirrhosis, Hepatosplenic Schistosomiasis, Liver Elastography, Portal Hypertension
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/54172
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subjectEsquistossomose
dc.subjectHepatite C Crônica
dc.subjectTécnicas de Imagem por Elasticidade
dc.subjectHepatopatias
dc.subjectHipertensão Portal
dc.subjectDissertação Acadêmica
dc.subject.otherelastografia hepática
dc.subject.otherdoença hepática crônica avançada compensada
dc.subject.otherhepatite C crônica
dc.subject.otheresquistossomose hepatoesplênica
dc.subject.otherhipertensão portal
dc.titleAcurácia de parâmetros não invasivos para discriminar a esquistossomose hepatoesplênica da doença hepática avançada compensada por hepatite C
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Rosângela Teixeira
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5206434385474946
local.contributor.referee1Eduardo Garcia Vilela
local.contributor.referee1Enio Roberto Pietra Pedroso
local.contributor.referee1Rosamar Eulira Fontes Rezende
local.creator.Latteshttps://lattes.cnpq.br/9563060530234853
local.description.resumoINTRODUÇÃO: A distinção entre hepatopatias com acometimento de hipertensão portal pré- sinusoidal ou sinusoidal pode ser complexa na prática clínica em razão da sobreposição de sinais e sintomas. Esta pesquisa teve o objetivo de investigar a acurácia de métodos não invasivos para distinguir a esquistossomose hepatoesplênica (pré-sinusoidal) da doença hepática crônica avançada compensada (DHCAc) (sinusoidal). MÉTODOS: Estudo transversal que comparou os exames laboratoriais (bioquímicos e hematológicos) e não invasivos (ultrassonografia e elastografia por 2D shear -wave) de participantes distribuídos em dois grupos: DHCAc relacionada à hepatite C crônica(HCV; n=23) ou esquistossomose hepatoesplênica (EHE; n=24). Testes paramétricos/não paramétricos, curvas ROC (receiver operator characteristic) e valores de área sob a curva (AUC) foram utilizados para discriminar os grupos. RESULTADOS: Análises laboratoriais (leucócitos, aminotransferases e plaquetas) apresentaram AUC abaixo de 0,8 para discriminar os grupos. À ultrassonografia, o grupo HCV apresentou fígado mais heterogêneo e maior diâmetro do lobo direito (p < 0,001), e o grupo EHE apresentou maiores diâmetros do baço, veia esplênica e fibrose periportal (p < 0,001). A mediana da elastografia hepática e esplênica nos grupos HCV e EHE foram 14,0 e 7,5 kPa (p<0,001) e 22,0 e 23,2 kPa (p=0,40), respectivamente. A AUC da elastografia hepática para discriminar HCV e HSE foi de 0,86 (p< 0,001). CONCLUSÕES: A elastografia hepática 2D-SWE melhorou a precisão para discriminar a esquistossomose hepatoesplênica da DHCAc pelo HCV, que são valiosas em áreasendêmicas de ambas as doenças.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMEDICINA - FACULDADE DE MEDICINA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências Aplicadas à Saúde do Adulto

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