O caso das minas que nao se esgotaram: a pertinácia do antigo núcleo central minerador na expansão da malha urbana da Minas Gerais oitocentista

dc.creatorMario Marcos Sampaio Rodarte
dc.date.accessioned2019-08-10T09:02:01Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:10:51Z
dc.date.available2019-08-10T09:02:01Z
dc.date.issued1999-10-08
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/MCCR-6W8P5R
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectUrbanização Minas Gerais História
dc.subjectMinas Gerais Condições econômicas História
dc.subject.otherMinas Gerais
dc.subject.otherHistoria econômica
dc.subject.otherUrbanização
dc.titleO caso das minas que nao se esgotaram: a pertinácia do antigo núcleo central minerador na expansão da malha urbana da Minas Gerais oitocentista
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Joao Antonio de Paula
local.contributor.referee1Roberto Luis de Melo Monte Mor
local.contributor.referee1Roberto Borges Martins
local.description.resumoTrabalho de história econômica de Minas Gerais. É um estudo de urbanização no século XIX, tendo como pressuposto a afirmação defendida pela historiografia econômica de que nesse período a Província de Minas não era decadente economicamente, apesar de já ter passado o furor econômico do boom minerador do século anterior. Considera-se nesse estudo duas teorias de economia regional: a teoria dos lugares centrais e a de sistemas de cidades. Através de dados de profissão de documentos censitários, estuda-se a rede urbana em dois períodos dos século XIX: a década de 1830 e a década de 1870. É feita, através da estrutura ocupacional de cada lugar, uma tipologia de cidades através do método Ward de Cluster.Os fluxos de comunicação entre as cidades, por sua vez, são considerados com o resgate da história dos Correios da Província de Minas. Esta instituição foi se consolidando ao longo do século XIX. A hipótese desse trabalho é a de que a maior disponibilidade de informações em uma região promovia seu desenvolvimento econômico, e de sua rede de cidades local vis a vis outras regiões com sistema de comunicação mais precário.Como resultados da pesquisa, concluiu-se que na primeira metade do século XIX a rede de cidades em Minas estava ainda centrada no Antigo Núcleo Central Minerador. Os principais pólos urbanos eram Ouro Preto e Serro Frio. Já na segunda metade do século, a polarização urbana se desloca, em alguma medida, para as porções meridionais da Província, devido às novas oportunidades econômicas advindas do plantio do café. Os maiores pólos econômicos são Juiz de Fora e Mar de Espanha, na Região da Mata. Salvo estas mudanças mais evidentes, o interior de Minas preservou muito de sua estrutura urbana já existente na primeira metade dos Oitocentos. A disponibilidade de informações transmitidas via serviços postais contribuiu para compreender melhor as mudanças do sistema de cidades durante o século, na medida em que estimulava a manutenção dos antigos pólos, e também preconizava a formação de novos núcleos urbanos nas porções meridionais da Província.
local.publisher.initialsUFMG

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