O ensino de português e a problemática abordagem da variação linguística em livros didáticos
| dc.creator | Pedro Henrique Souza da Silva | |
| dc.creator | Marcelo Rodrigues de Lima | |
| dc.creator | Adriane Teresinha Sartori | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-21T23:34:22Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T00:55:23Z | |
| dc.date.available | 2025-02-21T23:34:22Z | |
| dc.date.issued | 2023-12-31 | |
| dc.description.abstract | This work aims to analyze the topic “linguistic variation” in Portuguese language text books for secondary education, approved in the National Text book Plan 2021. To carry out the analysis, we highlight assumptions of Portuguese language teaching from the 1980s onwards, especially Geraldi (2002) and Soares (1986), with emphasis on the entry of the concept of the discursive genre (Bakhtin,2003) at the end of the last century. We propose a qualitative-interpretivist analysis, from the perspective of Indisciplinary Applied Linguistics (Moita Lopes, 1994, 2006, 2022), carrying out a documentary study, in which the seven approved books constitute the selected material. The results point to the presence of the topic “linguistic variation” in all books, as well as aspects linked to linguistic prejudice. However, the conception of language as social interaction, established in studies of discursive genres, does not seem to include the aforementioned topic, presented by activities linked to the evaluation of linguistic use, which end up emphasizing traditional conceptions of language. Finally, we defend the teaching of Brazilian Portuguese as the center of pedagogical work, based on the metaphorofthe “roçado linguístico”, thus abandoning the notion of “linguistic adequacy” to assume the “hope” (Freire, 2020) of “agonism” (Foucault, 2011), forus, “linguistic agonism”. | |
| dc.format.mimetype | ||
| dc.identifier.doi | https://doi.org/10.5433/1519-5392.2023v23n3p28-48 | |
| dc.identifier.issn | 1519-5392 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/80318 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.relation.ispartof | Entretextos | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Lingüística | |
| dc.subject | Plano Nacional do Livro Didático | |
| dc.subject | Portugues Brasil | |
| dc.subject | Análise qualitativa (Pesquisa) | |
| dc.subject.other | Variação linguística | |
| dc.subject.other | Livro didático | |
| dc.subject.other | Ensino de português brasileiro | |
| dc.title | O ensino de português e a problemática abordagem da variação linguística em livros didáticos | |
| dc.title.alternative | Teaching portuguese and the problematic approach of linguistic variation in textbooks | |
| dc.title.alternative | La enseñanza del portugués y el abordaje problemático de la variación lingüística en los libros de texto | |
| dc.type | Artigo de periódico | |
| local.citation.epage | 48 | |
| local.citation.issue | 3 | |
| local.citation.spage | 28 | |
| local.citation.volume | 23 | |
| local.description.resumo | Este trabalho tem por objetivo analisar o tópico “variação linguística” em livros didáticos de língua portuguesa do ensino médio, aprovados no Plano Nacional do Livro Didático 2021. Para realizar a análise, apresentamos pressupostos do ensino de língua portuguesa a partir dos anos 1980, sobretudo Geraldi (2002) e Soares (1986), com destaque para a entrada da concepção de gênero discursivo (Bakhtin, 2003) no final do século passado. Propomos uma análise qualitativo-interpretativista, pelo viés da Linguística Aplicada Indisciplinar (Moita Lopes, 1994, 2006, 2022), realizando um estudo documental, no qual os sete livros aprovados constituem o material selecionado. Os resultados apontam para a presença do tópico “variação linguística” em todos os livros, bem como aspectos ligados a preconceito linguístico. No entanto, a concepção de língua como interação social, consagrada nos estudos de gêneros discursivos, parece não contemplar o referido tópico, apresentado por atividades atreladas à avaliação do uso linguístico, as quais acabam por enfatizar concepções tradicionais de língua. Por fim, defendemos o ensino do português brasileiro como centro do trabalho pedagógico, a partir da metáfora do “roçado linguístico”, abandonando, assim, a noção de “adequação linguística” para assumir o “esperançar” (Freire, 2020) do “agonismo” (Foucault, 2011), para nós, “agonismo linguístico”. | |
| local.identifier.orcid | https://orcid.org/0009-0006-1532-9839 | |
| local.identifier.orcid | https://orcid.org/0000-0001-7318-9148 | |
| local.identifier.orcid | https://orcid.org/0000-0002-9536-3642 | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | FALE - FACULDADE DE LETRAS | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.url.externa | https://ojs.uel.br/revistas/uel/index.php/entretextos/article/view/49421/49979 |
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