Comparação da Fusão Óssea entre o Implante de Titânio e Poli-éter-éter-cetona no tratamento de 77 pacientes com fratura da Coluna Toracolombar
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Editor
Universidade Federal de Minas Gerais
Descrição
Tipo
Dissertação de mestrado
Título alternativo
Primeiro orientador
Membros da banca
Mario Augusto Taricco
Aluízio Augusto Arantes Jr.
Sebastião Natanael Gusmão
Aluízio Augusto Arantes Jr.
Sebastião Natanael Gusmão
Resumo
Implantes de titânio e poli-éter-éter-cetona (PEEK) são utilizados há bastante
tempo nas cirurgias de coluna com baixa taxa de rejeição. Quando comparado ao
titânio, o PEEK possui vantagens: tem densidade próxima do osso, é
radiotransparente e não apresenta artefatos na ressonância magnética e
tomografia. Neste estudo, foi avaliada a eficácia da gaiola de PEEK como
alternativa ao titânio para fusão óssea após fratura da coluna toracolombar.
Foram avaliados 77 pacientes com fraturas da coluna torácica ou lombar que
foram tratados por fixação toracolombar anterior, sendo 46 (59,7%) pacientes com
gaiolas de titânio (TeCorp®) e 31 (40,3%) com gaiolas PEEK (Vertestak®), de
2006 a 2012, no Hospital Neurológico de Lyon. O grupo titânio obteve 100% de
fusão e o grupo PEEK 96,3%. Não houve pseudoartrose no grupo titânio e
obteve-se um caso no grupo PEEK. Em 40% dos pacientes houve impactação da
gaiola no platô vertebral. Detectou-se tendência à impactação mais acentuada no
grupo titânio, porém sem diferença estatística entre os dois grupos. A taxa de
complicação ligada ao implante foi baixa. Concluiu-se que tanto o implante de
titânio quanto o de PEEK são opções eficazes para a reconstrução do corpo
vertebral. O PEEK leva vantagem, pela facilidade de visibilização de pontes
ósseas, pois é radiolucente.
Abstract
Assunto
Fraturas Ósseas/cirurgia, Próteses e Implantes, Titânio/uso terapêutico, Cetonas
Palavras-chave
Implante, Titânio, Poli-éter-éter-cetona PEEK, Fratura da coluna toracolombar