Trabalho, família e escravidão: pequenos produtores de São José do Rio das Mortes, de fins do século XVIII a meados do XIX

dc.creatorCarlos de Oliveira Malaquias
dc.date.accessioned2019-08-09T17:54:55Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:52:59Z
dc.date.available2019-08-09T17:54:55Z
dc.date.issued2010-02-23
dc.description.abstractThis work discusses the organization of labor on small farms with a inquiry on labor force characterization and occupational structure. It focuses on the parish of São José do Rio das Mortes during the period of transformation in Brazil and Minas Gerais that marked the passage from the 18th to the 19th centuries. Family strategies of household administration and productive diversification were the most common practices of property management, reinforcing the notion of a juxtaposition of family and productive units in pre-capitalist societies. In that way, the composition of slave labor on small farms in the early decades of the 19th century resulted from its complementarities vis a vis family labor, but at the same time, it demonstrates that access to slave labor became more difficult for small producers as the century wore on.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/VGRO-8B4G3Q
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectTrabalho
dc.subjectEscravidão
dc.subjectDemografia
dc.subjectFamólia
dc.subjectHistória
dc.subjectMinas Gerais História Tases
dc.subject.otherTrabalho
dc.subject.otherMinas Gerais
dc.subject.otherSão José do Rio das Mortes
dc.subject.otherEscravidão
dc.subject.otherDemografia histórica
dc.subject.otherProdução familiar
dc.titleTrabalho, família e escravidão: pequenos produtores de São José do Rio das Mortes, de fins do século XVIII a meados do XIX
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Douglas Cole Libby
local.contributor.referee1Jose Newton Coelho Meneses
local.contributor.referee1Afonso de Alencastro Graça Filho
local.description.resumoEste texto discute a organização do trabalho nas pequenas unidades de produção familiar a partir da caracterização da força de trabalho presente nessas unidades e da estrutura ocupacional na qual ela era empregada. Toma-se como palco a paróquia de São José do Rio das Mortes durante as transformações ocorridas na passagem do século XVIII para o XIX no Brasil e em Minas. Percebemos que estratégias familiares de administração do domicílio e a diversificação produtiva eram as alternativas mais usuais de gestão da propriedade, reforçando as identidades entre unidade familiar e unidade produtiva nas sociedades pré-capitalistas. Nesse sentido, a composição da mão-de-obra escrava das pequenas unidades no início do século XIX parece ajustada a uma lógica produtiva que aponta para a complementação do trabalho familiar, mas ao mesmo tempo demonstra que existiram dificuldades de acesso a escravos para os pequenos produtores no XIX.
local.publisher.initialsUFMG

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