Plataformas de exploração e concepção projetual em realidade virtual

dc.creatorTales Bohrer Lobosco Gonzaga de Oliveira
dc.creatorLarissa Vecchi Machado
dc.date.accessioned2022-07-18T20:51:03Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:18:16Z
dc.date.available2022-07-18T20:51:03Z
dc.date.issued2019
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.isbn9786580968091
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/43391
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofCongresso de Escolas e Faculdades Públicas de Arquitetura da América do Sul
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectProjeto arquitetônico
dc.subjectRealidade virtual
dc.subjectModelagem de processos
dc.subject.otherRealidade Virtual
dc.subject.otherProcesso de projeto
dc.subject.otherProjeto de Arquitetura
dc.titlePlataformas de exploração e concepção projetual em realidade virtual
dc.typeArtigo de evento
local.citation.issue23
local.description.resumoA integração dos processos digitais em uma plataforma contínua atuando da concepção a execução aportou grande precisão aos projetos e à sua execução, entretanto, Kurmann (1998) defende que neste processo, o enfoque das ferramentas de suporte ao projeto se desviou para os aspectos construtivos e técnicos, dando grande suporte à construção, racionalização e industrialização, mas, ao mesmo tempo, criando um grande vazio instrumental referente às possibilidades criativas e exploratórias dos estágios preliminares do processo de projeto, muitas vezes ainda conceituais e imprecisos (KURMANN, 1998). O processo de concepção arquitetônica, em suas etapas iniciais, é uma atividade bastante complexa, intuitiva e conceitual. Seus “movimentos’ iniciais são fortemente conectados à fluidez, à mutabilidade e à subjetividade promovendo um processo evolutivo que se apoia em transformações sucessivas, muitas vezes contraditórias. Assim, durante o processo de concepção o arquiteto constrói um modelo mental do objeto ao mesmo tempo em que produz as representações que atuam como suporte da memória na concepção. São esquemas contendo apenas partes significativas do modelo: decisões, intenções e direcionamentos, em lugar de objetos definidos e específicos (DE VRIES; WAGTER, 1998). Ou seja, nas fases iniciais de um projeto, o arquiteto precisa utilizar conceitos bastante vagos e imprecisos e só conseguirá atingir o grau de definição técnica que as plataformas digitais exigem quando o projeto já estiver bastante avançado (DE VRIES; WAGTER, 1989). É neste sentido que percebemos que as qualidades existentes nos métodos tradicionais de projeto não foram devidamente transpostas às novas plataformas digitais. A necessidade permanente de precisão estabelece das plataformas digitais estabelece uma fratura no continuum dialético do processo projetual, impedindo o amadurecimento gradativo das ideias e formas e estabelecendo uma interação passiva e excessivamente mediada. Este artigo busca preencher esta lacuna através da experimentação projetual em uma plataforma imersiva em realidade virtual, que seja capaz de oferecer uma operação intuitiva, a possibilidade de visualização em tempo real e multiescalar do objeto projetado. Ou seja, efetivar a coerente transposição das qualidades intrínsecas das interfaces projetuais, de concepção e gestação, para o suporte digital. Assim, buscamos a experimentação e aprimoramento de uma plataforma digital e imersiva que seja capaz de proporcionar a interação em tempo real com o objeto, promovendo a representação e percepção instantânea de cada gesto projetual, em uma plataforma intuitiva e simples, capaz de reproduzir o modo natural de interação entre o usuário e objeto (GÖTTIG et al., 2004). Para isso, utilizaremos as diversas ferramentas de realidade virtual, aplicadas em uma plataforma de projeto, mas também de maneira paralela e comparativa aos processos tradicionalmente utilizados nestas etapas. Buscamos assim, entender a efetiva contribuição que as plataformas imersivas podem aportar ao processo de projeto, seus benefícios e limitações, além de compreender a efetiva capacidade que tal plataforma possui em reduzir a mediação e o distanciamento entre o arquiteto e o objeto projetado.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentARQ - ESCOLA DE ARQUITETURA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.researchgate.net/publication/336444372_Plataformas_de_Exploracao_e_Concepcao_Projetual_em_Realidade_virtual

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