Trombose venenosa profunda e anticoagulação oral: um desafio terapêutico e laboratorial
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Editor
Universidade Federal de Minas Gerais
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Tipo
Monografia de especialização
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Primeiro orientador
Membros da banca
Danyelle Romana Alves Rios
Resumo
A hemostasia é resultante do equilíbrio perfeito entre proteínas pró-coagulantes
e anticoagulantes, na qual estão envolvidos os vasos, as plaquetas, as proteínas da
coagulação e da fibrinólise e os anticoagulantes naturais. Todos estes componentes
estão inter-relacionados, constituindo o sistema da coagulação, da anticoagulação e da
fibrinólise. Muitos fatores, genéticos ou adquiridos, podem contribuir para romper este
equilíbrio, levando a estados de hipo ou hipercoagulabilidade. Como manifestação de
um estado de hipercoagulabilidade, a trombose constitui um problema clínico de
considerável gravidade e morte ocasional (REIS et al., 2003).
A trombose venosa profunda (TVP) é uma doença de ocorrência multidisciplinar,
caracterizada pela formação de trombos que resultam na oclusão total ou parcial de
veias do sistema venoso profundo e, frequentemente, está associada a diversos fatores
de riscos, que determinam seu aparecimento súbito em pacientes hígidos ou em
consequência a outras condições clínicas e/ou cirúrgicas (FRANCO et al., 2006). A
TVP constitui uma doença complexa e silenciosa que pode trazer sérias complicações
quando não tratada de forma rápida e adequada, tendo como complicações mais
graves a embolia pulmonar (EP) em sua fase aguda e, tardiamente, a síndrome póstrombótica (SENA & GENESTRA, 2008).
O tromboembolismo pulmonar (TEP) e a TVP constituem um importante
problema de saúde pública. Nos países ocidentais, estima-se uma incidência de 48
casos de TVP e de 23 casos de EP por ano para cada 100.000 habitantes (PEREIRA
et al., 2008).
Abstract
Assunto
Palavras-chave
Trombose venosa profunda, Hemostasia, Anticoagulação