Estudo de variáveis de ensaio que influenciam os resultados de ensaios de resistividade elétrica volumétrica

dc.creatorEduardo Brandão Dinis Lage
dc.creatorÊnio José Pazini Figueiredo
dc.creatorJosé Osvaldo Saldanho Paulino
dc.creatorEduardo Chahud
dc.creatorMaria Tereza Paulino Aguilar
dc.date.accessioned2025-03-10T22:18:54Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:53:53Z
dc.date.available2025-03-10T22:18:54Z
dc.date.issued2023-09
dc.description.abstractConcrete quality control is commonly based on evaluating its consistency in the fresh state and its mechanical resistance to compression in the hardened state. In special cases, apparent porosity, wear resistance, expansion due to the alkali-aggregate reaction, resistance to attack by chloride ions, resistance to carbonation and resistance to attack by sulfates are controlled. In most cases, such control occurs by destructive methods. In the case of resistance to the entry of aggressive agents, chloride ions, CO2 and sulfates, for example, there is the possibility of evaluating the quality of the concrete through the electrical resistivity test. The surface resistivity test is widely used to study structures in situ, while the volumetric test is restricted to tests on specimens for concrete quality control. There is little data on the variables that affect these tests, especially the volumetric method. In this context, and in this work, some of the variables of the volumetric electrical resistivity test are analyzed in equipment developed at the Federal University of Minas Gerais that uses alternating current. The results indicate that the use of dry steel wool promotes adequate contact between the electrodes and the sample. Immersion in water for at least 2 hours and in a humid chamber for more than 11 hours leads to saturation of the specimen and guarantees the same measurement condition. When using alternating current, the use of frequencies in the range of 10 Hz to 210 Hz does not seem to influence the volumetric electrical resistivity results. Keywords: volumetric electrical resistivity, concrete, quality control.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.sici1
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/80581
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofCongreso Latinoamericano de Patologias de la Construcción y Congreso de Control de Calidad en Constructión
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectResistividade elétrica
dc.subjectConcreto
dc.subjectControle de qualidade
dc.subject.otherEnsaios
dc.subject.otherEnsaios não destrutivos
dc.subject.otherResistividade
dc.titleEstudo de variáveis de ensaio que influenciam os resultados de ensaios de resistividade elétrica volumétrica
dc.title.alternativeStudy of test variables that influence the results of volumetric electrical resistivity tests
dc.title.alternativeEstudio de variables de prueba que influyen en los resultados de las pruebas de resistividad eléctrica volumétrica
dc.typeArtigo de evento
local.citation.epage13
local.citation.issue17
local.citation.spage1
local.description.resumoO controle de qualidade do concreto se baseia, comumente, na avaliação da sua consistência no estado fresco e na sua resistência mecânica à compressão no estado endurecido. Em casos especiais, se controla a porosidade aparente, a resistência ao desgaste, a expansão devido à reação álcali- agregado, a resistência ao ataque dos íons cloretos, a resistência à carbonatação e a resistência ao ataque por sulfatos. Na maioria dos casos, tal controle ocorre por métodos destrutivos. No caso da resistência à entrada de agentes agressivos, íons cloretos, CO2 e sulfatos, por exemplo, existe a possibilidade de se avaliar a qualidade do concreto por meio do ensaio de resistividade elétrica. O ensaio de resistividade superficial é amplamente utilizado para estudo de estruturas in loco, enquanto o volumétrico se restringe a ensaios em corpos de prova para controle de qualidade do concreto. São poucos os dados sobre as variáveis que afetam estes ensaios, especialmente o método volumétrico. Neste contexto, e neste trabalho, se analisa algumas das variáveis do ensaio de resistividade elétrica volumétrica em um equipamento desenvolvido na Universidade Federal de Minas Gerais que utiliza corrente alternada. Os resultados indicam que o uso de lã de aço seca promove um contato adequado entre os eletrodos e a amostra. A imersão em água por no mínimo 2 horas e em câmara úmida por mais de 11 horas levam à saturação do corpo de prova e garantem a mesma condição de medição. Quando se utiliza corrente alternada, o uso de frequências na faixa de 10 Hz até 210 Hz parece não influenciar nos resultados de resistividade elétrica volumétrica.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENG - DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MATERIAIS E DA CONSTRUÇÃO CIVIL
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.alconpat.org/conpat23/files/DOI/CC/CONPAT2023-V1-6001.pdf

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