Autogestão e práticas organizacionais transformadoras: contribuições a partir de um caso empírico

dc.creatorDaniel Calbino Pinheiro
dc.creatorAna Paula Paes de Paula
dc.date.accessioned2022-08-04T15:12:10Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:22:28Z
dc.date.available2022-08-04T15:12:10Z
dc.date.issued2016
dc.description.abstractThe advance of collectivist work initiatives has achieved wide prominence in recent decades, which explains the importance of discussions that contribute to their forms of organization. In this sense, the present study aimed to bring investments to encourage discussion of self-management in solidarity organizations. To this end, we carried out a literature review, and resorted to a participatory research in a collectivist organization of Venezuela, in order to elucidate empirical examples that could strengthen the foundation of work organization practices in solidarity enterprises. While notes, it was found that the organization of the empirical object of the work analyzed, walks to a set of principles aimed at denying bureaucratic domination logic, emphasizing a way of management that values the equitable distribution of capital, denial of hierarchies and that combine thinking with action. Similarly, adherence to principles that bring equity ideas at the expense of equality and consensus in opposition to the vote, point to deepening the constitution of management modes aimed at decentralization of power.
dc.identifier.issn22376453
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/43976
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofDesenvolvimento em questão
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAutogestão
dc.subjectEconomia social
dc.subject.otherOrganização do trabalho
dc.subject.otherAutogestão
dc.subject.otherEmpreendimentos solidários
dc.titleAutogestão e práticas organizacionais transformadoras: contribuições a partir de um caso empírico
dc.title.alternativeSelf-management and transformational organizational practices: insights from empirical case cecosesola
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage266
local.citation.issue33
local.citation.spage233
local.citation.volume14
local.description.resumoO avanço das iniciativas coletivistas de trabalho tem alcançado amplo destaque nas últimas décadas, o que justifica a importância de discussões que contribuam com suas formas de organização. É neste sentido que o presente trabalho teve por objetivo trazer aportes para fomentar a discussão da autogestão nas organizações solidárias. Para tal, realizou-se uma revisão da literatura, bem como recorreu-se a uma pesquisa participante em uma organização coletivista da Venezuela, com o intuito de elucidar exemplos empíricos que possam aprofundar na fundamentação de práticas da organi- zação do trabalho nos empreendimentos solidários. Enquanto apontamentos, constatou-se que na organização do trabalho o objeto empírico analisado caminha para um conjunto de princípios que visam a negar a lógica de dominação burocrática, dando ênfase a um modo de gestão que preza a distribuição equitativa do capital, a negação das hierarquias e que conciliam o pensar com o agir. No mesmo sentido, a observância de princípios que trazem ideias da equidade em detrimento da igualdade, bem como do consenso em contraponto à votação, apontam para o aprofundamento na constituição de modos de gestão que visam à descentralização do poder
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttp://https://www.revistas.unijui.edu.br/index.php/desenvolvimentoemquestao/article/view/4050

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