A (não) educação da primeira infância periférica para a cidadania: por saberes e fazeres decoloniais e emancipatórios

dc.creatorOtavio Henrique Ferreira da Silva
dc.date.accessioned2022-10-31T15:13:31Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:47:49Z
dc.date.available2022-10-31T15:13:31Z
dc.date.issued2022-04-18
dc.description.abstractEsta investigación buscó comprender lo que dicen y hacen los docentes y las familias de la comunidad escolar de una institución de educación infantil de la periferia sobre la educación de los niños de tres años para el ejercicio de la ciudadanía. Los objetivos específicos fueron: a) conceptualizar lo que son sujetos de la comunidad escolar de una institución de educación infantil de la periferia; b) conceptualizar qué es la ciudadanía y su relación con las luchas emancipatorias; c) discutir las concepciones de ciudadanía de docentes y familias de niños de tres años en una clase de jardín de infantes; d) identificar cómo la ciudadanía se materializa o no en las acciones cotidianas en el contexto de la institución de educación inicial y familiar-social de los niños de la clase 3 de la guardería investigada; ye) analizar cómo las concepciones de familias y docentes sobre ciudadanía se relacionan con la educación de niños oprimidos-periféricos. Se trata de una investigación cualitativa que articula campos teóricos y empíricos a lo largo de la discusión, a partir de la ontoepistemología ético-activista de los estudios decoloniales-emancipadores y del método etnográfico de estudio de caso. En la parte teórica se analizó la relación entre ciudadanía, periferia y educación infantil. En lo empírico, análisis de documentos, observación participante de agosto a diciembre de 2019 con un grupo de niños de tres años del Centro Infantil Municipal de Palmares, en Betim-MG, y entrevistas a tres docentes y cinco familias. Se concluye que el CIM Palmares es una comunidad escolar periférica, los niños y familias tienen un perfil de bajos recursos (95,14%), niños negros (58,5%) y muchos padres (25,4%) y madres (19,2%) de niños no educación básica completa y un alto porcentaje de niños y familias no cuentan con vivienda propia (41%). La educación de los niños se lleva a cabo en la encrucijada, en la que, aún cuando los procesos educativos están influidos por normalizaciones, patrones de conducta, moralizaciones, prevención de la marginalidad o relacionados con los discursos que configuran los modos de ser, poder y saber en la sociedad del proyecto moderno-capitalista-colonizador-eurocéntrico; también hay potencialidades educativas descolonizadoras y emancipatorias en la praxis de sujetos periféricos con hijos, en tanto buscan enseñarles los caminos de la solidaridad, la conciencia crítica, el empoderamiento, el antirracismo y la convivencia colectiva.
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/46741
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEducação
dc.subjectEducação de crianças
dc.subjectCidadania
dc.subjectCreches
dc.subjectCrianças - Emancipação
dc.subjectComunidade e escola - Betim (MG)
dc.subjectProfessores de educação pré-escolar
dc.subjectDescolonização - Aspectos educacionais
dc.subjectInfância - Aspectos sociais
dc.subjectPeriferias urbanas
dc.subject.otherEducação infantil
dc.subject.otherPeriferia
dc.subject.otherCidadania
dc.subject.otherDecolonialidade
dc.subject.otherEmancipação
dc.titleA (não) educação da primeira infância periférica para a cidadania: por saberes e fazeres decoloniais e emancipatórios
dc.title.alternativeThe (non) education of peripheral early childhood for citizenship: for decolonial and emancipatory knowledge and practices
dc.title.alternativeLa (no) educación de la primera infancia periférica para la ciudadanía: para saberes y prácticas decoloniales y emancipatorias
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Ademilson de Sousa Soares
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8034666439537758
local.contributor.referee1Nilma Lino Gomes
local.contributor.referee1Isabel Oliveira e Silva
local.contributor.referee1Erisvaldo Pereira dos Santos
local.contributor.referee1Gilvander Luis Moreira
local.contributor.referee1Iza Rodrigues da Luz
local.contributor.referee1Maria Perpétuo do Socorro de Lima Costa
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9755050382132253
local.description.resumoEsta pesquisa buscou compreender o que dizem e fazem professoras e famílias da comunidade escolar de uma instituição de educação infantil da periferia quanto a educação das crianças de três anos para o exercício da cidadania. Os objetivos específicos foram: a) conceituar o que são sujeitas e sujeitos da comunidade escolar de uma instituição de educação infantil da periferia; b) conceituar o que é cidadania e sua relação com as lutas emancipatórias; c) discutir as concepções de cidadania das professoras e das famílias de crianças de três anos de uma turma de creche da educação infantil; d) identificar como a cidadania se materializa ou não nas ações cotidianas no contexto da instituição de educação infantil e familiar-social das crianças da turma de creche 3 pesquisada; e e) analisar como as concepções das famílias e professoras sobre a cidadania se relacionam com a educação das crianças oprimidas-periféricas. Trata-se de pesquisa qualitativa que articula em toda discussão os campos teóricos e empíricos com base na ético-ontoepistemologia ativista dos estudos decoloniais-emancipatórios e no método do estudo de caso etnográfico. Na parte teórica analisou-se, principalmente, a relação entre cidadania, periferia e educação infantil. Na empírica, análise de documentos, observação participante no período de agosto a dezembro de 2019 junto a uma turma de crianças de três anos do Centro Infantil Municipal Palmares, em Betim-MG e entrevistas com três professoras e cinco famílias. Conclui-se que o CIM Palmares é uma comunidade escolar periférica, as crianças e famílias possuem o perfil de baixa renda (95,14%), crianças negras (58,5%), sendo que muitos pais (25,4%) e mães (19,2%) das crianças não concluíram a educação básica e um alto percentual de crianças e famílias não possuem lar próprio (41%). A educação das crianças é realizada sob a encruzilhada, em que, mesmo quando os processos educativos estão influenciados por normalizações, padrões de comportamento, moralizações, prevenções à marginalidade ou relacionado aos discursos que conformam os modos de ser, poder e saber na sociedade do projeto moderno-capitalista-colonizador-eurocêntrico; há também na práxis dos sujeitos periféricos potencialidades educativas contra-colonizadoras/de(s)colonizadoras e emancipatórias junto das crianças, visto que buscam ensiná-las os caminhos da solidariedade, da consciência crítica, do empoderamento, do antirracismo e da convivência coletiva.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-2754-4783
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Educação - Conhecimento e Inclusão Social

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