De poeta a poeta: Sophia de Mello Breyner Andresen lê Manuel Bandeira, Cecília Meireles e Murilo Mendes
| dc.creator | Luana Flavia Cotta Drumond | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-11T11:53:19Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T23:59:55Z | |
| dc.date.available | 2019-08-11T11:53:19Z | |
| dc.date.issued | 2018-02-28 | |
| dc.description.abstract | Sophia de Mello Breyner Andresen is the author of one of the most substantial oeuvres of Portuguese poetry of the 20th century, which she produced over 50 years. Without being associated with a specific literary movement, Andresen was able to articulate elements of tradition and modern literature in her writings, as well as references from different cultures. This research is inscribed in the scope of literary comparativism and focuses on Andresens interlocutions with the poets Manuel Bandeira, Cecília Meireles, and Murilo Mendes, which she established in her works by citing, analyzing or mentioning their poems. Furthermore, it aims to understand how she positions herself in relation to Brazilian literature and culture, departing from the readings that the Portuguese author demonstrates to have done. Considering that reading and writing are interrelated and that the position of a writer as a reader is an attitude of selection and appropriation of their precursors, we call attention to the poems and essays of Sophia de Mello Breyner Andresen in which a dialog with Bandeira, Meireles and/or Mendes is established, and in light of theorists such as Antoine Compagnon, Harold Bloom and Leyla Perrone-Moisés, as well as of the critical fortune that each of those poets engendered, we examined how the readings of Brazilian authors may have helped to form the Sophia as a poet and how their works approach or distance from that which she set out to accomplish. | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/LETR-AYRFN7 | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Literatura comparada Portuguesa e brasileira | |
| dc.subject | Andresen, Sophia de Mello Breyner, 1922- Critica e interpretação | |
| dc.subject | Bandeira, Manuel, 1886-1968 Crítica e interpretação | |
| dc.subject | Mendes, Murilo, 1901-1975 Crítica e interpretação | |
| dc.subject | Meireles, Cecilia, 1901-1964 Critica e interpretação | |
| dc.subject | Literatura comparada Brasileira e portuguesa | |
| dc.subject.other | apropriação | |
| dc.subject.other | formação | |
| dc.subject.other | intercâmbio literário | |
| dc.subject.other | poesia lusófona | |
| dc.subject.other | leitura crítica | |
| dc.title | De poeta a poeta: Sophia de Mello Breyner Andresen lê Manuel Bandeira, Cecília Meireles e Murilo Mendes | |
| dc.type | Dissertação de mestrado | |
| local.contributor.advisor1 | Silvana Maria Pessoa de Oliveira | |
| local.contributor.referee1 | Raquel dos Santos Madanelo | |
| local.contributor.referee1 | Raquel Beatriz Junqueira Guimarães | |
| local.description.resumo | Sophia de Mello Breyner Andresen é autora de uma das mais substanciais obras da poesia portuguesa do século XX, que construiu ao longo de quase 50 anos. Sem filiar-se a um movimento literário específico, Sophia soube articular em sua escrita elementos da tradição e da literatura moderna, bem como referências de diferentes culturas. Esta pesquisa, inscrita no âmbito do comparativismo literário, foca nas interlocuções com Manuel Bandeira, Cecília Meireles e Murilo Mendes que Sophia Andresen estabelece em sua obra, pela citação, análise ou menção de poemas deles, e, partindo das leituras que a portuguesa demonstra ter feito, tenta compreender como ela se coloca na relação com a literatura e a cultura brasileiras. Considerando que os exercícios de leitura e escrita implicam-se um ao outro e que o posicionamento de um escritor como leitor é uma atitude de seleção e apropriação de seus precursores, assinalamos os poemas e ensaios de Sophia de Mello Breyner Andresen nos quais o diálogo com Bandeira, Cecília e/ou Murilo é expresso e, à luzde teóricos como Antoine Compagnon, Harold Bloom e Leyla Perrone-Moisés, bem como da fortuna crítica que cada um dos poetas engendrou, examinamos como as leituras dos brasileiros podem ter ajudado a formar a Sophia-poeta e de que maneira as obras deles aproximam-se ou distanciam-se da que ela se propôs realizar. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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