Estrelas em constelação: considerações sobre o conceito de tropicália

dc.creatorDavi Aroeira Kacowicz
dc.date.accessioned2019-08-12T12:23:12Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:06:37Z
dc.date.available2019-08-12T12:23:12Z
dc.date.issued2017-06-29
dc.description.abstractThe following dissertation intends to signify the word tropicália as a esthetical concept on the brazilian culture, aiming to substantitiate elements of this neologism at it's elementary conditions. We'll be narrating the history of this concept on it's initial steps: Since it's creation by Hélio Oiticica; It's appropriation on Caetano Veloso's song; It's explosion by the national press; It's esthetic development at an empirical level. Simultaneously, the text objectives to expose facts and contexts of it's time, wich led the cultural imagination to perceive an artistical phenomenon going on at the country, wich the press classified as movimento tropicalista (Tropicalist Movement). The dissertation will occupy itself, in a bigger extent, to elucidate why this phenomenon had been designated as such: Tropicália. Then entwined, two semantical perspectives over the same word: As an adjective and as a noun respectively: the tropicália-concept and Tropicália as a cultural and artistic movement. Aiming to assist it's reading and exposure of the present ideas, the dissertation develops as a metaphor the constellation: as the artists and their works of art called tropicalistas would appear as stars composing an astral design, the concept of tropicália would be an invisible link the synergy wich congregates and gives sense to this sidereal corpus called Tropicália. Here covered, as stepping stones of this cosmos, the following masterpieces produced in 1967: the production of Oswald Andrade's play O Rei da Vela, by the Teatro Oficina group; Glauber Rocha's film Terra em Transe; and the Tropicálias by Caetano Veloso and Hélio Oiticica. It is postulated here how, from the elective affinities between these works, a tropicalist aesthetic was instituted.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-B88ERX
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectTropicalismo (Movimento musical)
dc.subjectHistória
dc.subjectCultura
dc.subject.otherMovimentação Artística
dc.subject.otherCultura Brasileira
dc.subject.otherTropicália
dc.subject.otherBrasilidade
dc.titleEstrelas em constelação: considerações sobre o conceito de tropicália
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Heloisa Maria Murgel Starling
local.contributor.referee1Miriam Hermeto de Sa Motta
local.contributor.referee1Frederico Oliveira Coelho
local.description.resumoA presente dissertação tem como objetivo denotar a palavra tropicália como um conceito estético específico da cultura brasileira, buscando fundamentar os elementos subscritos nesse neologismo em suas condições fundamentais. Narraremos a história desse conceito em suas primeiras etapas: desde sua invenção por Hélio Oiticica; sua apropriação na canção de Caetano Veloso; sua explosão na imprensa nacional; sua estetização no plano do sensível. Simultaneamente, o texto buscará expor os fatos e o contexto da época que levaram a imaginação cultural a perceber um fenômeno artístico em curso no país, o qual a imprensa classificou de movimento tropicalista. A dissertação se ocupará, em grande medida, em elucidar o porquê desse fenômeno ter sido assim designado: Tropicália. São entrelaçadas, portanto, duas perspectivas semânticas sobre o mesmo vocábulo: uma adjetiva e outra substantiva respectivamente: a tropicália- conceito e a Tropicália como uma movimentação artístico cultural. Buscando auxiliar a leitura e a exposição das ideias aqui presentes, a dissertação elabora como metáfora a constelação: enquanto as obras e os artistas chamados de tropicalistas figurariam como estrelas que compõe um desenho astral, o conceito de tropicália seria o elo invisível a sinergia que congrega e dá sentido a esse corpus sideral chamado Tropicália. Compreende-se aqui, como marcos iniciais desse cosmos, as obras produzidas em 1967: a montagem do Teatro Oficina para o texto de Oswald Andrade, O Rei da Vela; o filme de Glauber Rocha, Terra em Transe; e as Tropicálias de Caetano Veloso e de Hélio Oiticica. Postula-se aqui como, das afinidades eletivas entre esses trabalhos, instituiu-se uma estética tropicalista.
local.publisher.initialsUFMG

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