Tolerância ao risco subjetivo: análise das habilidades numéricas como fator determinante

dc.creatorJéssica Pulino Campara
dc.creatorAna Luiza Paraboni
dc.creatorNewton Carneiro Affonso da Costa Jr.
dc.creatorValter Saurin
dc.creatorAna Lucia Lopes
dc.date.accessioned2022-06-15T15:17:14Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:01:16Z
dc.date.available2022-06-15T15:17:14Z
dc.date.issued2016-08
dc.description.abstractThis study investigates the influence of numerical skills in subjective risk tolerance (economic concept of risk aversion). We surveyed 308 undergraduate students from a Brazilian public university. The instruments used to analyze the data were descriptive statistics, Spearman correlation, and ordered logistics regression. The results show that the higher the numerical ability, the lower the likelihood of high subjective risk tolerance. This shows, for the sample used, that the ease with numerical calculations makes individuals become more cautious with their financial decisions, possibly because of a greater understanding of the risks inherent to the financial operations.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/42531
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofEncontro Brasileiro de Economia e Finanças Comportamentais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEconomia
dc.subjectFinanças
dc.subject.otherHabilidade numérica
dc.subject.otherTolerância ao risco
dc.subject.otherAversão ao risco
dc.titleTolerância ao risco subjetivo: análise das habilidades numéricas como fator determinante
dc.title.alternativeSubjective risk tolerance: analysis of numeracy as a determining factor
dc.typeArtigo de evento
local.citation.issue3
local.description.resumoEste estudo busca identificar a influência das habilidades numéricas na tolerância ao risco subjetivo (conceito econômico de aversão ao risco). Assim, foram pesquisados 308 estudantes de graduação de uma universidade pública brasileira. Para análise dos dados, utilizou-se estatística descritiva, correlação de Spearman e regressão logística ordenada. Os resultados revelam que quanto maior a habilidade numérica menor a probabilidade de alta tolerância ao risco subjetivo, evidenciando, para a amostra analisada, que a facilidade com cálculos numéricos faz com que os indivíduos se tornem mais cautelosos com suas decisões financeiras, possivelmente por terem uma maior compreensão dos riscos inerentes às operações.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://cef.fgv.br/sites/cef.fgv.br/files/5_fgv_-_artigo_tolerancia_ao_risco_subjetivo_-_final.pdf

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