A curva volume-tempo obtida pela ecocardiografia tridimensional na cardiomiopatia chagásica: análise do mecanismo das adaptações hemodinâmicas

dc.creatorAirandes de Sousa Pinto
dc.creatorMaria do Carmo Pereira Nunes
dc.creatorCarlos Alberto Rodrigues
dc.creatorBraulio Muzzi Ribeiro de Oliveira
dc.creatorJoão da Rocha Medrado Neto
dc.creatorTimothy c. Tan
dc.creatorManoel Otavio da Costa Rocha
dc.date.accessioned2024-01-10T22:13:25Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:32:07Z
dc.date.available2024-01-10T22:13:25Z
dc.date.issued2022
dc.description.abstractBackground: Three-dimensional echocardiography (3D ECHO) allows the generation of a volume-time curve representative of changes in the left ventricular (LV) volume throughout the entire cardiac cycle.Objective: This study aims to demonstrate the hemodynamic adaptations present in Chagas cardiomyopathy (CC) by means of the volume and flow measurements obtained by the volume-time curve by 3D ECHO.Methods: Twenty patients with CC and 15 healthy subjects were prospectively enrolled in a cross-sectional design study. 3D ECHO was performed in all subjects and the volume over time curves of the LV was generated. The flow was obtained by the first derivative of the volume time curve using the software MATLAB. Statistical significance was set at p<0.05.Results: Although CC patients had lower LV ejection fraction compared to the control group (29.8±7.5 vs. 57.7±6.1, p<0.001), stroke volume (61.5±25.2 vs. 53.8±21.0, p=0.364) and maximum ejection flow during systole (-360.3±147.5 vs. -305.6±126.0, p=0.231) were similar between the groups. Likewise, the maximum flow in the early diastolic filling phase and during atrial contraction was similar between groups. An increase in preload expressed by LV end diastolic volume (204.8±79.4 vs. 93.0±32.6), p<0.001) may maintain the flow and stroke volumes similar to the controls.Conclusion: Using a non-invasive tool, we demonstrated that an increase in LV end-diastolic volume may be the main adaptation mechanism that maintains the flow and stroke volumes in the setting of severe LV systolic dysfunction
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.36660/abc.20201308
dc.identifier.issn0066782X
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/62559
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofArquivos Brasileiros de Cardiologia
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEcocardiografia Tridimensional
dc.subjectFibrilação Atrial
dc.subjectCardiomiopatia Chagásica
dc.subjectVolume Sistólico
dc.subject.otherEcocardiografia Tridimensional
dc.subject.otherFibrilação Atrial
dc.subject.otherVolume ejetado
dc.subject.otherCardiopatia Chagásica
dc.titleA curva volume-tempo obtida pela ecocardiografia tridimensional na cardiomiopatia chagásica: análise do mecanismo das adaptações hemodinâmicas
dc.title.alternativeThe Volume-Time Curve by Three-Dimensional Echocardiography in Chagas Cardiomyopathy: Insights into the Mechanism of Hemodynamic Adaptations
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage1105
local.citation.issue6
local.citation.spage1099
local.citation.volume118
local.description.resumoFundamento: A ecocardiografia tridimensional (ECO 3D) permite a geração de uma curva volume-tempo representativa das alterações no volume ventricular esquerdo (VE) ao longo de todo o ciclo cardíaco.Objetivo: O presente estudo tem como objetivo demonstrar as adaptações hemodinâmicas presentes na cardiomiopatia chagásica (CC) por meio das medidas de volume e fluxo obtidas pela curva volume-tempo por ECO 3D.Métodos: Vinte pacientes com CC e 15 indivíduos saudáveis foram incluídos prospectivamente em um estudo de desenho transversal. Realizou-se ECO 3D em todos os indivíduos e as curvas volume-tempo do VE foram geradas. O fluxo foi obtido pela primeira derivada da curva volume-tempo por meio do software MATLAB. A significância estatística foi definida com p<0,05.Resultados: Embora os pacientes com CC tivessem menor fração de ejeção do VE em comparação com o grupo controle (29,8±7,5 vs. 57,7±6,1, p<0,001), o volume (61,5±25,2 vs. 53,8±21,0, p=0,364) e o fluxo de ejeção máximo durante a sístole (-360,3±147,5 vs. -305,6±126,0, p = 0,231) mostraram-se semelhantes entre os grupos. Da mesma forma, o fluxo máximo na fase de enchimento inicial e durante a contração atrial mostrou-se semelhante entre os grupos. Um aumento na pré-carga expressa pelo volume diastólico final do VE (204,8±79,4 vs. 93,0±32,6), p<0,001) pode manter o fluxo e o volume ejetado semelhantes aos dos controles.Conclusão: Com uma ferramenta não invasiva, demonstramos que o aumento no volume diastólico final do VE pode ser o principal mecanismo de adaptação que mantém o fluxo e o volume ejetado no cenário de disfunção sistólica ventricular esquerda severa.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMEDICINA - FACULDADE DE MEDICINA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://doi.org/10.36660/abc.20201308

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