Distribuição espaço - temporal da raiva em quirópteros em Minas Gerais, Brasil, 1969 a 2003

dc.creatorCassio Aguirre Cota Pacheco
dc.date.accessioned2019-08-11T12:11:51Z
dc.date.accessioned2025-09-08T22:52:55Z
dc.date.available2019-08-11T12:11:51Z
dc.date.issued2005-04-01
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUDB-8BRHUL
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectHidrofobia
dc.subjectMorcego como transmissor de doenças
dc.subjectEpidemiologia
dc.subject.otherMorcegos
dc.subject.otherMinas Gerais
dc.subject.otherRaiva
dc.subject.otherDistribuição temporal
dc.subject.otherDistribuição espacial
dc.titleDistribuição espaço - temporal da raiva em quirópteros em Minas Gerais, Brasil, 1969 a 2003
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Elvio Carlos Moreira
local.contributor.referee1Jose Ailton da Silva
local.contributor.referee1Jose Oswaldo Costa
local.contributor.referee1Pedro Lucio Lithg Pereira
local.description.resumoFoi realizado um estudo retrospectivo em Minas Gerais com o objetivo de descrever a distribuição espacial da raiva em quirópteros e verificar as espécies com diagnóstico do vírus rábico. Foram analisadas 1.328 fichas de diagnóstico de raiva por imunofluorescência direta e inoculação em camundongos, de 1969 a 2003, realizados pela Escola de Veterinária Da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Instituto Mineiro de Agropecuário (IMA), autarquia vinculada a Secretaria de Agricultura de Minas Gerais e Centro de Controle de Zoonoses da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte. Em nove espécies de quirópteros verificou-se uma freqüência de 8,1% de positivos: sendo três de morcegos insetívoros, dois hematófagos, dois carnívoros, um frugívoro, um nectarívoro e um onívoro com uma taxa de identificação plena das espécies de somente de 40%. Dos 853 municípios mineiros apenas 18% enviaram materiais para exame. As amostras enviadas variaram de um a centenas de exemplares. Do material recebido, foi possível isolar o vírus rábico em 41% dos municípios. A raiva nos quirópteros encontra-se difundida em todas as regiões do estado afetando diversas espécies de variados hábitos alimentares. O isolamento do vírus rábico em morcegos na área rural e urbana revela um risco de possível transmissão da raiva para o homem e os animais domésticos.
local.publisher.initialsUFMG

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