O traço, a letra e a bossa: arte e diplomacia em Cabral, Rosa e Vinícius
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Editor
Universidade Federal de Minas Gerais
Descrição
Tipo
Tese de doutorado
Título alternativo
Primeiro orientador
Membros da banca
Wander Melo Miranda
Maria Ester Maciel de Oliveira Borges
Marília Rothier Cardoso
Idelber Vasconcelos Avelar
Maria Ester Maciel de Oliveira Borges
Marília Rothier Cardoso
Idelber Vasconcelos Avelar
Resumo
Esta tese estabelece diálogos entre o discurso artístico-literário dos escritores-diplomatas João Cabral de Melo Neto, João Guimarães Rosa e Vinicius de Moraes e o discurso das modernidades tardias no Brasil. Os textos analisados, publicados em meados do século XX, voltam-se para espaços periféricos, a que denominamos 'sertão' - áreas excluídas do projeto de modernização do país - e para o homem comum, seu saber, sua inventividade, seu comportamento nem sempre redutíveis aos dispositivos de enquadramento social. Neste trabalho, a escrita diplomática, de caráter oficial, torna-se escritura: discurso permeado pelo pensamento transdisciplinar, pela imaginação estética e pelo cuidado ético. A análise comparada de autores com propostas artísticas e conceituais tão diferentes propicia o surgimento de sentidos pouco evidentes nas obras.
Abstract
Assunto
Cultura popular, Brasilia (DF), Transdisciplinaridade, Melo Neto, João Cabral de, 1920-1999 Crítica e interpretação, Literatura brasileira História e crítica, Modernidade, Rosa, João Guimarães, 1908-1967 Crítica e interpretação, Moraes, Vinicius de, 1913-1980 Crítica e interpretação, Brasil Política e governo 1956-1961, Política e literatura, Diplomacia, Arte e literatura, Intelectuais Brasil
Palavras-chave
transdisciplinaridade, tradição, sertão, pensamento exterior, diplomacia