É possível associar os achados em ressonância magnética com a lombalgia crônica? uma revisão descritiva da literatura

dc.creatorLívia Lage Martins
dc.date.accessioned2022-10-31T21:23:17Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:51:48Z
dc.date.available2022-10-31T21:23:17Z
dc.date.issued2021-05-21
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/46773
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectLombalgia
dc.subjectDor lombar
dc.subjectFisioterapia
dc.subject.otherExame de imagem.
dc.subject.otherSintomas
dc.subject.otherDor nas costas
dc.subject.otherDiagnóstico por imagem
dc.subject.otherColuna lombar
dc.titleÉ possível associar os achados em ressonância magnética com a lombalgia crônica? uma revisão descritiva da literatura
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Fabrício Anício de Magalhães.
local.contributor.advisor1Latteshttps://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4256172T0&tokenCaptchar=03AIIukzh9R_9cjUeEkZhsWYZUfCPvAci17CFhcNWsux8PddXZ5TBXdSiwOju1xN4B6bItHKuoLMVHvbvtIi5VqUELzJd0pkC_M6z4ypVEH58Ye6a_fFUwoV43PkR5GLDSK1xGnxXjN7bt2wa7YKoq-pJgsBhFJL8M1vD1mScd8zTBPTdT_5IO4hr-jZLx90v6UBZNlHpMNJkDhOXZjaklJLm3-i4-k4DbwaxynctGA-TG8ifzCKT-12TUfs02zb0BsUh6o0HwmgbJ94Sgq5oB20w8Z-41KgBCQa_zmMZIcp6nBezQ6FI5jvKO7Qx2yhTLhDK1US069T9WpxYmXf9ikf3mAPOV8U3fdc9LsAQfoLBIk8G8vAeDFpeEI1mHrocCggnwAnJhLC8BfIr0SA1YuqLR5twJwYrTxQr3ySkXzshYGUjmebtUqr6hFXiYvFPogn5xjjbJeHRD6-2c-TBsvpKCC6HoXJrohKMlXVGdaJgXtRgydmAtOIEeluNAQp_iKHmWyeiyG6xkMn8EnqNQXttU02zDc25M0Q
local.description.resumoA dor lombar (DL) é considerada um problema de saúde comum, afetando até 80% da população em algum momento da vida e está diretamente relacionada a elevados custos do sistema de saúde e sociais. A ressonância magnética (RM) tem por finalidade fornecer dados anatômicos sobre o local da dor, porém sua importância no tratamento não é clara e é controversa, uma vez que não se sabe quais detalhes anatômicos são relevantes e quais achados podem manifestar-se clinicamente. O presente estudo teve como objetivo verificar se é possível associar os achados em RM com a lombalgia crônica por meio de uma revisão descritiva da literatura. Para tanto, foram realizadas buscas nas bases de dados eletrônicas Medline, PEDro, SciELO, Cochrane, Lilacs e Google Acadêmico utilizando periódicos publicados nos últimos 15 anos. Os dados dos estudos foram analisados e separados em três grupos, sendo eles em relação a alterações no nervo e disco, alterações vertebrais e malignidade, a partir disso foram realizados os testes e Tabulação 2x2 e Qui-quadrado de Pearson e os resultados demonstram que não há associação entre lombalgia e achados positivos da RM e que tem muitos casos negativos de lombalgia onde não tem alterações na RM. Desta forma, a presente revisão descritiva da literatura não encontrou elementos suficientes capazes de associar os achados em RM com DL, e na maioria das vezes, pacientes e profissionais envolvidos no tratamento da DL, podem interpretar erroneamente anormalidades não relacionadas como indicativas de um diagnóstico mais específico ou grave.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentEEFFTO - ESCOLA DE EDUCAÇÃO FISICA, FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Avanços Clínicos em Fisioterapia

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