Mundialização no cinema da retomada: hibridação cultural e antropofagia como enunciação da identidade e alteridade.

dc.creatorEduardo Dias Fonseca
dc.date.accessioned2019-08-13T02:16:08Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:43:49Z
dc.date.available2019-08-13T02:16:08Z
dc.date.issued2012-08-31
dc.description.abstractThe constant and rapid changes in the contemporary world generate movements related to the globalization of the economies that operate in the world in a relational manner with the movements of culture. Hybridism, fueled by greater interpenetration of cultures, takes global levels redimensioning national narratives. The cycle of Cinema da Retomada, that took place in Brazil during the 1990s, has characteristics of the mondialisation of culture that are connected to the transnational narratives. The fall of Embrafilme and the new legal apparatus (Lei do Audiovisual), establish a new phase in the film production in Brazil. When analyzing films such as Carlota Joaquina, a princesa do Brazil (1995), directed by Carla Camurati; Terra Estrangeira (1995), directed by Walter Salles and Daniela Thomas; Como nascem os anjos (1996), directed by Murilo Salles; Baile Perfumado (1997), directed by Lírio Ferreira and Paulo Caldas; Hans Staden (1999) directed by Luis Alberto Pereira, and Cronicamente Inviável (1999), directed by Sérgio Bianchi, it is possible to find aspects of the interpenetration of the becoming world in the becoming Brazil and vice versa. The observing of the different moments of the Brazilian Cinema and the Antropofagia movement led by Oswald de Andrade during the 1920´s, both seen as cultural asset of the nation, could be found in negotiation with the films produced during the Cinema da Retomada.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/JSSS-8ZBQ9Z
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAntropofagia
dc.subjectCinema brasileiro
dc.subjectCinema Brasil História
dc.subjectCinema novo
dc.subjectCritica cinematografica
dc.subjectMulticulturalismo
dc.subjectCinema e globalização
dc.subject.otherAntropofagia
dc.subject.otherCinema brasileiro
dc.subject.otherCinema da retomada
dc.subject.otherHibridismo
dc.subject.otherMundialização
dc.titleMundialização no cinema da retomada: hibridação cultural e antropofagia como enunciação da identidade e alteridade.
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Evandro Jose Lemos da Cunha
local.contributor.referee1Ana Lucia Menezes de Andrade
local.contributor.referee1Miriam de Souza Rossini
local.description.resumoAs constantes e rápidas transformações no mundo contemporâneo geram movimentos relacionados com a globalização econômica que atuam no mundo de maneira relacional com os movimentos da cultura, tangenciando o conceito de mundialização. O hibridismo, alimentado pela maior interpenetração das culturas, é visualizado em níveis globais redimensionando as narrativas do nacional. O ciclo do Cinema da Retomada no Brasil, durante os anos 1990, apresenta características da mundialização cultural que se atualizam na narrativa. O fim da Embrafilme e o surgimento de um dispositivo legal (Lei do Audiovisual) apontam para uma nova fase dentro da cinematografia produzida no Brasil. Na análise dos filmes Carlota Joaquina, a princesa do Brazil (1995), direção de Carla Camurati; Terra estrangeira (1995), direção de Walter Salles e Daniela Thomas; Como nascem os anjos (1996), direção de Murilo Salles; Baile Perfumado (1997), direção de Paulo Caldas e Lírio Ferreira; Hans Staden (1999), direção de Luis Alberto Pereira, e Cronicamente Inviável (1999), direção de Sérgio Bianchi, aparecem aspectos da interpenetração do devir mundo no devir Brasil e vice-versa. A observância das distintas fases do cinema realizado no Brasil e da antropofagia, ambas convertidas em patrimônio cultural da nação, entram em negociação com o Cinema proposto pelo Ciclo da Retomada.
local.publisher.initialsUFMG

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