Onde está o homem negro na publicidade? Masculinidades negras no segmento de higiene pessoal

dc.creatorPablo Moreno Fernandes Viana
dc.date.accessioned2021-09-16T12:08:09Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:17:28Z
dc.date.available2021-09-16T12:08:09Z
dc.date.issued2020
dc.description.abstractIn recent years we have witnessed the emergence of discussions about feminisms in the fight against sexism in societies, especially the Brazilian, historically patriarchal. Thus, debates about masculinities emerges and, motivated by this discussion, we see how they are represented in the communication of the brands Axe, Gillette, Old Spice and Rexona. Specifically, we highlight how brands built representations of black masculinities in their YouTube channels. Anchored in discussions of black feminism, masculinities and intersectional theory, we observed the communication of brands throughout 2018. The results point to insufficient indices of representativeness in proportion to the national population of Brazil. The black man as a supporting or extra is more recurrent and this leads us to a debate about representation and representativity. When he stars, he is stereotyped, a reflection of structural racism.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.9771/contemporanea.v18i3.33370
dc.identifier.issn1809-9386
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/38039
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofContemporânea - Revista de Comunicação e Cultura
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectMasculinidade
dc.subjectPublicidade Aspectos sociais
dc.subjectRacismo
dc.subject.otherMasculinidade
dc.subject.otherPublicidade
dc.subject.otherRacismo
dc.titleOnde está o homem negro na publicidade? Masculinidades negras no segmento de higiene pessoal
dc.title.alternativeWhere is the black man in advertising? Black masculinities in the personal hygiene segment
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage108
local.citation.issue3
local.citation.spage88
local.citation.volume18
local.description.resumoNos últimos anos temos assistido à emergência de discussões sobre feminismos no com-bate ao sexismo nas sociedades, principalmente a brasileira, historicamente patriarcal. Assim emergem debates sobre masculinidades e, motivados por essa discussão, verificamos como elas são representadas na comunicação das marcas Axe, Gillette, Old Spice e Rexona. Ancorados em discussões do feminismo negro e de masculinidades e na teoria interseccional, destacamos especificamente como as marcas construíram representações de masculinidades negras na comunicação veiculada em seus canais no YouTube ao longo de 2018. Os resultados apontam índices insuficientes de representatividade em relação à população nacional. O homem negro como coadjuvante ou figurante é mais recorrente, e isso nos leva a um debate sobre representação e representatividade. Já quando protagoniza as comunicações, é estereotipado, refletindo o racismo estrutural.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/ 0000-0002-5446-9301
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://periodicos.ufba.br/index.php/contemporaneaposcom/article/view/33370

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