Análise crítica do ensino de ciências a partir do estudo da elaboração do conceito de vida

dc.creatorJordelina Lage Martins Wykrota
dc.date.accessioned2019-08-13T00:58:41Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:20:30Z
dc.date.available2019-08-13T00:58:41Z
dc.date.issued1998-08-10
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/FAEC-85SMWM
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEducação
dc.subjectCiencia Estudo e ensino
dc.subjectProfessores Formação
dc.subject.otherEnsino de ciências
dc.subject.otherEducação
dc.subject.otherConceito de vida
dc.titleAnálise crítica do ensino de ciências a partir do estudo da elaboração do conceito de vida
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Joao Antonio Filocre Saraiva
local.contributor.referee1Jesuina Lopes de Almeida Pacca
local.contributor.referee1Antonio Tarciso Borges
local.description.resumoO objetivo deste trabalho foi realizar uma análise do ensino de ciências e biologia, tendo como instrumentos a questão o que é vida e o estudo da elaboração do conceito da vida. Inicialmente, são exemplificados problemas contemporâneos que demandam revisão do ensino desse conceito. A seguir, por meio de estudo do desenvolvimento histórico desse conceito, são apontadas contribuições da história da ciência para o ensino, esclarecendo-se as condições em que essa contribuição poderia ser mais efetiva. Um breve panorama do ensino de ciências e de suas tendências contemporâneas mostra a necessidade de considerar os processos de aprendizagem para obterem-se melhores resultados Considerando-se um ensino universal e compulsório de ciências, defensável sob a meta da formação de um cidadão que vive em uma sociedade cada vez mais urbana, dependente de ciência e tecnologia, justifica-se por que é importante, na formação desse cidadão, um ensino de ciências que lhe permita compreender também as características, os limites desse conhecimento e o modo de sua produção. O ensino de ciências e biologia, diante do abandono da questão o que é a vida, é avaliado como deformado, deformante e anacrônico. Alguns aspectos do pensamento piagetiano sobre as idéias das crianças a respeito do que é ou não vivo são relacionados a características essências do pensamento infantil, especialmente o animismo, suas causas, suas implicações e suas conseqüências. Com base nessas referências, foi feitas uma avaliação qualitativa de textos didáticos e identificados alguns exemplos de situações de ensino que apontam a riqueza de possibilidades perdidas com o tratamento dogmático do assunto. São apontadas sugestões em relação ao tema para a prática pedagógica e a formação do professor. A questão o que é vida, sob essa investigação, parece ser socialmente relevante e significativa e pedagogicamente promissora no ensino de ciências e na formação do professor de ciências
local.publisher.initialsUFMG

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