Atitudes e opiniões de profissionais envolvidos na atenção à mulher em situação de violência em 10 municípios brasileiros

dc.creatorElizangela Gonçalves de Souza
dc.creatorRicardo Tavares
dc.creatorJulia Guimarães Lopes
dc.creatorMárcia Andréa Nogueira Magalhães
dc.creatorElza Machado de Melo
dc.date.accessioned2023-07-20T20:59:56Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:06:26Z
dc.date.available2023-07-20T20:59:56Z
dc.date.issued2018
dc.description.abstractThis research aimed to analyze opinions and attitudes of professionals of the network of care to women in violence situation in 10 Brazilian cities. It is a quantitative cross-sectional study, carried out through semi-structured interviews with the participants of the workshops in these cities, totaling 438 individuals. A descriptive analysis was performed with frequency distributions, bivariate analysis and correspondence analysis. The number of professionals working on the suspected cases is higher than the number of those working on the confirmed cases of violence against women. Less than half of the professionals who attended the suspected cases has taken action on the matter of the fact. The adoption of some attitudes by the professionals was more common - even also being less than half of the majority of actions - in the face of the confirmed cases. Underreporting occurs in suspected cases and confirmed cases. Most of the interviewed people consider to be responsibility of the public health sector to develop preventing actions toward violence against women, with a high rate of unanswered cases. It is concluded that there is a long way for care to women in violence situation to be properly offered; professionals routinely refer more than address the cases, they poorly report them, they do not feel qualified, and sometimes do not even see themselves as the responsible for this care.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1590/0103-11042018S401
dc.identifier.issn2358-2898
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/56798
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofSaúde em Debate
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectViolência contra a mulher
dc.subjectPessoal de saúde
dc.subjectAtitude do pessoal de saúde
dc.subjectColaboração intersetorial
dc.subject.otherViolência contra a mulher
dc.subject.otherPessoal de saúde
dc.subject.otherAtitude do pessoal de saúde
dc.subject.otherAção intersetorial
dc.titleAtitudes e opiniões de profissionais envolvidos na atenção à mulher em situação de violência em 10 municípios brasileiros
dc.title.alternativeAttitudes and opinions of professionals involved in the care to women in violence situation in 10 brazilian cities
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage29
local.citation.issuespe4
local.citation.spage13
local.citation.volume42
local.description.resumoEsta pesquisa objetivou analisar opiniões e atitudes de profissionais da rede de atenção às mulheres em situação de violência em 10 municípios brasileiros. Estudo transversal quantitativo, realizado mediante entrevistas semiestruturadas com os participantes de oficinas realizadas nos municípios em estudo, totalizando 438 sujeitos. Realizou-se análise descritiva com distribuição de frequências, análise bivariada e análise de correspondência. O número de profissionais que atenderam casos suspeitos é maior do que o número dos que atenderam casos confirmados de violência contra a mulher. Menos da metade dos profissionais que atenderam casos suspeitos adotou alguma atitude frente a eles. A adoção de alguma atitude pelos profissionais foi mais comum - embora também abaixo da metade para a maioria das ações - diante dos casos confirmados. Subnotificação ocorre nos casos suspeitos e nos casos confirmados. A maioria dos entrevistados considera ser papel do setor saúde desenvolver ações de prevenção da violência contra a mulher, com elevada proporção de respostas deixadas em branco. Conclui-se que falta muito para que a atenção à mulher em situação de violência seja devidamente ofertada; os profissionais rotineiramente encaminham mais do que abordam os casos, notificam pouco, não se sentem capacitados e, às vezes, sequer se veem como responsáveis por essa atenção.
local.identifier.orcidhttp://orcid.org/0000-0001-8374-8927
local.identifier.orcidhttp://orcid.org/0000-0002-9060-0477
local.identifier.orcidhttp://orcid.org/0000-0002-4473-0596
local.identifier.orcidhttp://orcid.org/0000-0002-2447-912X
local.identifier.orcidhttp://orcid.org/0000-0002-3577-0721
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE MEDICINA PREVENTIVA SOCIAL
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.scielo.br/j/sdeb/a/sMG5rwTvrC3HhgBHJ4bhBCw/?lang=pt#

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