Avaliação da aplicação do protocolo de triagem prénatal para toxoplasmose em Belo Horizonte: estudo transversal em puérperas de duas maternidades

dc.creatorErika Viana Machado Carellos
dc.date.accessioned2019-08-14T12:38:19Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:28:42Z
dc.date.available2019-08-14T12:38:19Z
dc.date.issued2006-06-23
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ECJS-6Y5PRD
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectMaternidades
dc.subjectToxoplasmose congênita/prevenção & controle
dc.subjectProgramas médicos regionais
dc.subjectAvaliação de processos (Cuidados de saúde)
dc.subjectPlanos e programas de saúde/tendências
dc.subjectEstudos transversais
dc.subjectTransmissão vertical de doença
dc.subjectFatores de risco
dc.subjectQualidade dos cuidados de saúde
dc.subjectTriagem
dc.subjectSistema Único de Saúde
dc.subjectToxoplasmose congênita/diagnóstico
dc.subjectToxoplasmose congênita/epidemiologia
dc.subjectHospitais municipais
dc.subjectEducação do paciente
dc.subjectDiretrizes para a prática clínica
dc.subjectHospitais públicos
dc.subjectDiagnóstico pré-natal
dc.subject.otherAvaliação de processos(Cuidados de saúde)
dc.subject.otherDiretrizes
dc.titleAvaliação da aplicação do protocolo de triagem prénatal para toxoplasmose em Belo Horizonte: estudo transversal em puérperas de duas maternidades
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1SONIA LANSKY
local.contributor.referee1Henrique Vitor Leite
local.description.resumoIntrodução: Entre as estratégias de prevenção da toxoplasmose congênita incluem-se a educação em saúde e a triagem pré-natal, objetivando, respectivamente, reduzir a exposição aos fatores de risco para a infecção e detectar e tratar a infecção aguda na gestante. Oprotocolo de assistência pré-natal vigente em BH recomenda que seja solicitada a sorologia para toxoplasmose na primeira consulta, que deverá ocorrer o mais precocemente possível, e que as suscetíveis à toxoplasmose repitam a sorologia com 24-28 semanas de gestação. Oobjetivo desse estudo é avaliar a aplicação desse protocolo e as orientações oferecidas às gestantes suscetíveis identificadas. Metodologia: Estudo transversal, em duas maternidades públicas, com entrevista de 420 puérperas, entre agosto de 2004 e maio de 2005. Para o cálculo da amostra e para confecção do banco de dados, foi utilizado o pacote estatístico EpiInfo2001 versão 6.04. Resultados: Observou-se na amostra estudada ampla participação no pré-natal (98%) e realização da primeira triagem para toxoplasmose (97%). O início do pré-natal e a realização da primeira sorologia ocorreram em média com 16 semanas. Foram identificadas 163 gestantes como suscetíveis à toxoplasmose e, destas, 44% não foram submetidas à repetição da sorologia e 42% não receberam qualquer tipo de orientação quanto aos fatores de risco para aquisição da infecção. O início precoce do pré-natal (14 semanas emmédia) e um maior número de consultas (oito em média) foram associados à repetição da sorologia e ao recebimento de orientações. As informações oferecidas foram: evitar contato com gatos (95%), não ingerir ou manipular carne crua (70%) e lavar com cuidado ashortaliças (53%). Quarenta mulheres (24%) foram informadas quanto aos três fatores de risco. Ao final do estudo foi observada uma prevalência para toxoplasmose de 57,8% (IC95% 52,8 62,7). Conclusões: Não houve adesão adequada ao protocolo implantado em Belo Horizonte para triagem pré-natal da toxoplasmose congênita, tanto em relação ao rastreamento sorológico quanto às orientações das gestantes suscetíveis identificadas.
local.publisher.initialsUFMG

Arquivos

Pacote original

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
ericka_viana_machado_carellos.pdf
Tamanho:
1.6 MB
Formato:
Adobe Portable Document Format