Pessoalidade e identidade na doença de Alzheimer: interpretando a lei para inclusão e proteção da pessoa com demência

dc.creatorDavid Salim Santos Hosni
dc.date.accessioned2019-08-10T20:28:59Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:09:36Z
dc.date.available2019-08-10T20:28:59Z
dc.date.issued2017-08-28
dc.description.abstractAlzheimers disease is a neurodegenerative pathology affecting cognitive domains including episodic memory, semantic memory, visuospatial abilities, and executive functioning. Other symptoms includes anosognosia, attention deficits, changes in mood and personality traits, and other psychiatric symptoms. Beyond this medical approach, some have tried to grasp the disease from a different perspective, trying to characterize the whole process as a disease affecting personhood, in which the organic symptoms are just part of a bigger picture of a personhood pathology. From this perspective, we attempt to investigate Stanciolis concept of personhood and Parfits unimportance of identity as a theoretical background to the judgment of our ethical obligations to persons with dementia. The practical analysis was made from selected vignettes, which gave us the opportunity to find out the situations that most affect the personhood of the person with dementia. This background made possible for us to analyze the legislation concerning the inclusion and protection of persons with dementia and to claim that the efficacy of the Persons with Disability Statute (Lei n. 13.146/2015) and of the legislation about substitute decision making in the Civil Procedure Code (Lei n. 13.105/2015) are dependent upon an adequate apprehension of a functional disability concept not grounded on conditions of high cognitive abilities or discernment.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-AY5MW7
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAlzheimer, Doença de
dc.subjectDemência
dc.subjectDireito
dc.subjectPersonalidade
dc.subject.otherCuidado
dc.subject.otherInterdição
dc.subject.otherMemória
dc.subject.otherAlzheimer
dc.subject.otherPersonalidade
dc.subject.otherIdentidade
dc.subject.otherIncapacidade
dc.subject.otherDemência
dc.subject.otherPessoalidade
dc.subject.otherStatus moral
dc.subject.otherKitwood
dc.subject.otherCuratela
dc.subject.otherIncapaz
dc.subject.otherÉtica
dc.subject.otherEstatuto de pessoa com deficiência
dc.subject.otherCapacidade civil e de fato
dc.subject.otherDeficiência intelectual e mental
dc.subject.otherParfit
dc.titlePessoalidade e identidade na doença de Alzheimer: interpretando a lei para inclusão e proteção da pessoa com demência
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Brunello Souza Stancioli
local.contributor.referee1Giordano Bruno Soares Roberto
local.contributor.referee1Daniel Mendes Ribeiro
local.description.resumoA Doença de Alzheimer é uma patologia neurodegenerativa que afeta a cognição em domínios que correspondem a memória episódica, memória semântica, habilidades visuoespaciais e funções executivas. Registra-se, também, a geração de quadros de anosognosia, alterações de humor e de personalidade, prejuízo a processos relativos a atenção e a incidência de sintomas psiquiátricos diversos. Para além desse quadro médico, tem-se verificado esforço para que a patologia seja interpretada para além do modelo médico de investigação, caracterizando a demência como uma patologia da pessoalidade, em que os distúrbios orgânicos são apenas parte do quadro verificado de corrosão da pessoalidade. Considerando essa abordagem pessoal da demência, investigamos a adequação do conceito de pessoalidade de Stancioli e da abordagem da identidade desenvolvida por Parfit como fundamentos para que possamos avaliar quais são nossas obrigações éticas em relação à pessoa com demência. A avaliação prática foi feita a partir da seleção de casos reais e fictícios, porém baseados em circunstâncias reais, que nos possibilitaram a apreensão dos principais problemas vivenciados pela pessoa com demência no seu dia-a-dia e que mais afetam sua pessoalidade. Enfim, já com uma impressão ética construída a respeito do assunto, avaliamos as atuais disposições acerca da proteção e da inclusão da pessoa com demência em nosso direito e propomos que a eficácia do Estatuto da Pessoa com Deficiência e da regulamentação do processo de curatela no Código de Processo Civil de 2016 dependem da adequada apreensão do conceito de deficiência e curatela em um modelo funcional e desvinculado da ideia de cognição e discernimento.
local.publisher.initialsUFMG

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