Regional differences in infection control conditions in a sample of primary health care services in Brazil

dc.creatorMauro Henrique Nogueira Guimarães de Abreu
dc.creatorVera Lúcia Silva Resende
dc.creatorKyu Ha Lee
dc.creatorAntônio Thomaz Gonzaga da Matta Machado
dc.creatorJacqueline Rose Starr
dc.date.accessioned2023-08-07T18:15:40Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:11:11Z
dc.date.available2023-08-07T18:15:40Z
dc.date.issued2017-11
dc.description.abstractAs diretrizes internacionais destacam a importância do ambiente físico dos serviços de saúde para prevenir e controlar as infecções. Procuramos descrever o ambiente físico em serviços de saúde bucal no Brasil em 2014, com enfoque nas características programadas para controlar as infecções. Precisamente 16.202 consultórios odontológicos no Sistema Único de Saúde (SUS) participaram na pesquisa. Pesquisadores treinados coletaram in formações sobre as características do controle de infecções nesses serviços de saúde, utilizando um instrumento padronizado. Utilizamos dados de 12 perguntas dicotômicas que avaliavam as condições das paredes, piso, pia e torneira e a presença e as condições do equipamento de esterilização. Calculamos um escore pela soma do número de características administradas adequadamente para o controle de infecções, variando de 0 a 12. Foram desenvolvidas análises hierárquicas de clusters. Nenhum dos 12 critérios foi atendido por todas as equipes de saúde bucal. Apenas 208 (1,3%) dos consultórios odontológicos realizavam todas as 12 práticas de controle de infecções. Foram identificados dois clusters com distintas frequências de estruturas para controle de infecções nos consultórios odontológicos. As regiões Sul e Sudeste mostraram as maiores frequências no Cluster 1, com melhor estrutura de controle de infecções nos consultórios odontológicos. De maneira geral os serviços de saúde bucal não atendiam as diretrizes para o controle de infecções, referentes à planta física e equipamento dos consultórios. A aderência às diretrizes variava de acordo com a região do país.
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.description.sponsorshipFAPEMIG - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1590/0102-311X00072416
dc.identifier.issn1678-4464
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/57548
dc.languageeng
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofCadernos de Saúde Pública
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAtenção à saúde
dc.subjectAtenção primária à saúde
dc.subjectControle de infecções
dc.subjectConsultórios odontológicos
dc.subjectBrasil
dc.subject.otherDelivery of health care
dc.subject.otherPrimary health care
dc.subject.otherInfection control
dc.titleRegional differences in infection control conditions in a sample of primary health care services in Brazil
dc.title.alternativeDiferenças regionais nas condições de controle de infecções em uma amostra de serviços de atenção primária no Brasil
dc.title.alternativeDiferencias regionales en las condiciones del control de infecciones en una muestra de servicios de atención primaria en Brasil
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.issue11
local.citation.volume33
local.description.resumoInternational guidelines have pointed out the importance of the physical environment of health care facilities in preventing and controlling infection. We aimed to describe the physical environment of dental care facilities in Brazil in 2014, focusing on characteristics designed to control infections. Exactly 16,202 dental offices in the Brazilian Unified National Health System (SUS) participated in this survey. Trained researchers extracted information about the infection control characteristics of health facilities by using a structured instrument. We used data from 12 dichotomous questions that evaluated the wall, floor, sink and tap conditions, and the presence and condition of sterilization equipment. We calculated a score by summing the number of characteristics handled appropriately for infection control, which could range from 0 to 12. Hierarchical cluster analyses were developed. None of the 12 criteria were met by all the oral health teams. Only 208 (1.3%) dental offices correctly performed all 12-infection control practices. Two clusters, with different frequencies of structure for infection control in dental offices, were identified. South and Southeast regions had the highest frequencies for Cluster 1, with better structure of infection control in dental offices. Dental care facilities of oral health teams were not typically meeting the infection control guidelines regarding clinic design and equipment. Adherence to the guidelines varied among the Brazilian geographic regions.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-8794-5725
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-3849-0423
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-0516-8529
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-3039-2311
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAO - DEPARTAMENTO DE ODONTOLOGIA RESTAURADORA
local.publisher.departmentFAO - DEPARTAMENTO DE ODONTOLOGIA SOCIAL E PREVENTIVA
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE MEDICINA PREVENTIVA SOCIAL
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.scielo.br/j/csp/a/bTLx6J5R5fttFfjff3Wc59h/?lang=en#

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