Impacto de diferentes intensidades no treinamento de flexibilidade sobre as propriedades biomecânicas, sensoriais e estruturais da unidade músculo-tendão

dc.creatorSara Andrade Rodrigues
dc.date.accessioned2022-12-13T15:25:47Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:09:48Z
dc.date.available2022-12-13T15:25:47Z
dc.date.issued2020-09-28
dc.description.abstractFlexibility is an important component of physical performance, being decisive in the rehabilitation process and for good performance in various sports. Unlike other physical capacities, little is known about the impact of manipulating different training intensities, and their forms of control, to enhance biomechanical, sensory and structural adaptations to training. Thus, the present study aimed to: compare the effect of 12 weeks of flexibility training of the hamstring muscles at low and high stretching intensities on maximum range of motion (ROMmax), maximum torque (torquemax), ROM at the first perception of stretching (FPS), stiffness, energy and fascicle length and compare the effect of quantitative and qualitative control of the same intensities on the same variables mentioned. The study was approved by the Research Ethics Committee of the Federal University of Minas Gerais. The study included 39 male individuals, aged between 18 and 35 years, with no history of flexibility or strength training for at least 6 months. The volunteers were divided into three groups: Control, Low Intensity (ROMFPS) and High Intensity (ROM85%). All volunteers went through an initial assesment of flexibility levels and fascicle length (baseline) and were allocated in a balanced way in their respective groups (balance made by age and physical activity). After this division, the training groups performed 6 series of 30s of stretching of the hamstring muscles, in the intensities ROMFPS or ROM85%, 3 times a week, for 12 weeks, in the Flexmachine device, with one of the lower limb controlling the intensity in a quantitative way and the other in a qualitative way. Every three weeks, the volunteers were reassessed as to the flexibility measures to adjust the absolute intensity. At the end of 12 weeks, all volunteers were reassessed for flexibility and fascicle length. ANCOVA showed that, in the post-test, the variables ROMmax, torquemax, ROMFPS and fascicle length were greater in the training groups compared to the Control group and energy was smaller in the training groups compared to the Control group. In addition, ROMmax and torquemax were higher in the High Intensity group compared to the Low Intensity group. Only for the ROMFPS the qualitative control showed higher values than the quantitative control, but with a trivial effect size (0.19). The stiffness did not change after the intervention. In this way, we can conclude that the intensity modulates the adaptations of the flexibility training, with a high intensity leading to values of flexibility after intervention greater than a low intensity. In addition, controlling the intensity in a quantitative way led to the same adaptations as controlling it in a qualitative way.
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/47908
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEducação física
dc.subjectBiomecânica
dc.subjectExercícios físicos - Aspectos fisiológicos
dc.subject.otherFlexibilidade
dc.subject.otherIntensidade
dc.subject.otherAdaptações biomecânicas
dc.subject.otherAdaptações sensoriais
dc.subject.otherAdaptações estruturais
dc.subject.otherUltrassom
dc.titleImpacto de diferentes intensidades no treinamento de flexibilidade sobre as propriedades biomecânicas, sensoriais e estruturais da unidade músculo-tendão
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1André Gustavo Pereira de Andrade
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3654988735222132
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4222056246129201
local.description.resumoA flexibilidade é um componente importante do desempenho físico, sendo determinante no processo de reabilitação e para o bom rendimento em várias modalidades esportivas. Diferente de outras capacidades físicas, pouco se sabe sobre o impacto da manipulação de diferentes intensidades de treinamento, e suas formas de controle, para potencializar as adaptações biomecânicas, sensoriais e estruturais ao treinamento. Assim, os objetivos do presente estudo foram comparar o efeito de 12 semanas de treinamento de flexibilidade dos músculos posteriores da coxa em intensidades de alongamento baixa e alta nas variáveis amplitude de movimento máxima (ADMmáx), torque máximo (torquemáx), ADM na primeira percepção de alongamento (ADMPPDA), rigidez, energia e comprimento do fascículo e comparar o efeito do controle quantitativo e qualitativo das duas intensidades nas mesmas variáveis citadas. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Federal de Minas Gerais. Participaram do presente estudo 39 indivíduos do sexo masculino, com idade entre 18 e 35 anos, sem histórico de treinamento de flexibilidade ou força há pelo menos 6 meses. Os voluntários foram divididos em três grupos: Controle, Intensidade Baixa (ADMPPDA) e Intensidade Alta (ADM85%). Todos os voluntários passaram por um registro inicial dos níveis de flexibilidade e do comprimento do fascículo (baseline) e foram alocados de maneira balanceada em seus respectivos grupos (balanceamento realizado pela idade e prática de atividade física). Após essa divisão, os grupos de treinamento realizaram 6 séries de 30s de alongamento dos músculos posteriores da coxa, nas intensidades ADMPPDA ou ADM85%, 3 vezes por semana, por 12 semanas, no aparelho Flexmachine, sendo que um dos membros inferiores fez o controle da intensidade de forma quantitativa e o outro de forma qualitativa. A cada três semanas os voluntários foram reavaliados quanto às medidas de flexibilidade para ajuste da intensidade absoluta. Ao final das 12 semanas todos os voluntários foram reavaliados quanto à flexibilidade e ao comprimento do fascículo. A ANCOVA mostrou que, no pós-teste, as variáveis ADMmáx, torquemáx, ADMPPDA e comprimento do fascículo foram maiores nos grupos de treinamento comparados ao grupo Controle e a energia foi menor nos grupos de treinamento comparados ao grupo Controle. Além disso, a ADMmáx e o torquemáx foram maiores no grupo Intensidade Alta comparado ao grupo Intensidade Baixa. Apenas para a variável ADMPPDA o controle qualitativo apresentou valores maiores do que o controle quantitativo, mas com tamanho de efeito trivial (0,19). A rigidez não apresentou alteração após a intervenção. Desta forma, podemos concluir que a intensidade modula as adaptações do treinamento de flexibilidade, sendo que uma intensidade alta leva a valores de flexibilidade, pós intervenção, maiores do que uma intensidade baixa. Além disso, o controle da intensidade de maneira quantitativa levou às mesmas adaptações que o controle qualitativo.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentEEFFTO - ESCOLA DE EDUCAÇÃO FISICA, FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências do Esporte

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