Juntas em um único número de urna? : uma análise das experiências de mandato coletivo no Brasil (2016-2020)

dc.creatorBárbara Lopes Campos
dc.date.accessioned2022-09-29T16:29:24Z
dc.date.accessioned2025-09-08T22:50:16Z
dc.date.available2022-09-29T16:29:24Z
dc.date.issued2021-09-30
dc.description.sponsorshipFAPEMIG - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/45734
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subject.otherRepresentação política
dc.subject.otherInterseccionalidade
dc.subject.otherMandatos coletivos no Brasil
dc.subject.otherMandato coletivo
dc.subject.otherMandato compartilhado
dc.subject.otherMandato aberto
dc.subject.otherCandidatura coletiva
dc.subject.otherCandidatura compartilhada
dc.subject.otherMuitas
dc.subject.otherGabinetona
dc.subject.otherBancada Ativista
dc.subject.otherMandata ativista
dc.subject.otherJuntas
dc.titleJuntas em um único número de urna? : uma análise das experiências de mandato coletivo no Brasil (2016-2020)
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Marlise Miriam de Matos Almeida
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1974404093620849
local.contributor.referee1Cristiano dos Santos Rodrigues
local.contributor.referee1Danusa Marques
local.contributor.referee1Rayza Sarmento de Sousa
local.contributor.referee1Daniela Leandro Rezende
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2285351255890995
local.description.resumoA tese tem por objetivo geral investigar e refletir sobre as experiências de mandato coletivo no Brasil, em especial os mandatos da Gabinetona, da Mandata Ativista e das Juntas (2016-2020). Por se tratar de fenômenos recentes na política brasileira, ainda pouco estudados, adotamos um design emergente de pesquisa, recorrendo a estratégias de pesquisa exploratória e em profundidade. A principal fonte de dados utilizada foram as entrevistas semiestruturadas conduzidas com coparlamentares e outras/os integrantes dos mandatos estudados. A pesquisa também contou com o levantamento de dados sobre a atuação parlamentar dos grupos; e com anotações de campo. A partir dos debates teóricos sobre insatisfação, déficit e inovações democráticas, retomamos as discussões sobre representação política, chegando aos conceitos de representação delegada e interseccionalidade. Assim, trabalhamos a nossa hipótese que guia a seleção dos casos e baliza a análise das categorias organizadas nos capítulos seguintes: os mandatos coletivos são uma nova modalidade de representação política interseccional. Compreendemos, por fim, que os mandatos coletivos representam a criação de um novo modelo de representação política interseccional, uma vez que as experiências promovem a maior presença de grupos marginalizados na política; e investem nas confluências máximas entre as lutas sociais, hackeando a política institucional, democratizando os espaços políticos e fortalecendo construções das amplas maiorias sociais diversas, por meio de ações interseccionais, integradas e transversais.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA POLÍTICA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciência Política

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