Atrito em escala nanométrica: um estudo por simulação

dc.creatorRodrigo Alves Dias
dc.date.accessioned2019-08-12T06:00:39Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:11:47Z
dc.date.available2019-08-12T06:00:39Z
dc.date.issued2007-06-26
dc.description.abstractS
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/IACO-766RTQ
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAtrito sem desgaste
dc.subjectMicroscopia de força de atrito
dc.subjectResistência de materiais
dc.subjectSimulação por computador
dc.subjectAtrito
dc.subjectMicroscopia de força magnética
dc.subjectDispositivos magnéticos
dc.subjectEscala nanométrica
dc.subjectMicroscopia de força atômica
dc.subject.otherAtrito
dc.subject.otherEscala nanométrica
dc.titleAtrito em escala nanométrica: um estudo por simulação
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor-co1Coura, Pablo Zimmermann
local.contributor.advisor1Bismarck Vaz da Costa
local.contributor.referee1Bernardo Ruegger Almeida Neves
local.contributor.referee1Ronald Dickman
local.contributor.referee1Fábio David Alves Aarão Reis
local.contributor.referee1Sérgio Luiz Alves Queiroz
local.description.resumoEstudamos o fenômeno do atrito em escalas nanométricas sob aspectos como a influência da temperatura, velocidade, forças normais e a contribuição de graus de liberdade magnéticos. O trabalho tem duas vertentes principais: na primeira parte propomos um modelo tri-dimensional para descrever as forças de atrito. Esse  novo modelo tem como ponto de partida os trabalhos anteriores de Gnecco, Riedo e Sang et, al {40, 41, 42, 43} e inclui a dependência das forças normais. Com isso conseguimos definir de forma consistente o que chamamos de coeficiente de atrito dinâmico. A eficácia do modelo é comprovada utilizando-se simulações de dinâmica molecular e resultados experimentais. Na segunda parte procuramos determinar qual a contribuição de graus de liberdade magnéticos para o atrito. Este ponto é importante quando se trata do movimento relativo de duas superfícies magnéticas como é o caso de leitoras de discos e fitas magnéticos. Suspeitamos que quando duas superfícies magnéticas se deslocam próximas umas das outras, vórtices são desenvolvidos nas respectivas superfícies, como um mecanismo de dissipação. Para estudar este fenômeno simulamos duas redes magnéticas que podem se deslocar, uma relativa à outra. Usando dinâmica de spins e dinâmica molecular fizemos a evolução temporal do sistema calculando as grandezas de interesse a cada passo de tempo.
local.publisher.initialsUFMG

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