Occurrence and inequalities by education in multimorbidity in brazilian adults between 2013 and 2019: evidence from the national health survey

dc.creatorFelipe Mendesdelpino
dc.creatorBruno Pereira Nunes
dc.creatorFernando César Wehrmeister
dc.creatorAndrea Wendt
dc.creatorPedro Augusto Crespo
dc.creatorCauane Blumenberg
dc.creatorDoralice Severo da Cruz Teixeira
dc.creatorSandro Rodrigues Batista
dc.creatorDeborah Carvalho Malta
dc.creatorJaime Miranda
dc.creatorThaynã Ramos Flores
dc.date.accessioned2023-03-27T17:06:11Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:06:35Z
dc.date.available2023-03-27T17:06:11Z
dc.date.issued2021
dc.description.abstractRESUMO: Objetivos: Os objetivos do presente estudo foram: 1) estimar a prevalência de multimorbidade nos anos de 2013 e 2019 em adultos de 18 a 59 anos; 2) avaliar as desigualdades na prevalência de multimorbidade em 2013 e 2019, de acordo com a escolaridade. Métodos: Foram utilizados dados de dois inquéritos transversais da Pesquisa Nacional de Saúde de 2013 e 2019. A multimorbidade foi avaliada a partir de 14 morbidades autorreferidas a partir de diagnóstico médico na vida (exceto problema na coluna) e definida usando-se o ponto de corte de ≥ 2 doenças. As prevalências de multimorbidade e morbidades individuais foram descritas de acordo com sexo, idade, cor da pele e escolaridade. Desigualdades brutas e relativas nas prevalências conforme a escolaridade foram calculadas utilizando-se o Slope Index of Inequality e o Concentration Index, respectivamente. Resultados: A prevalência de multimorbidade aumentou de 18,7% (IC95% 18,0–19,3), em 2013, para 22,3% (IC95% 21,7–22,9), em 2019, sendo maior entre mulheres e adultos entre 30 e 59 anos em ambos os períodos. Asma/bronquite, depressão e problemas na coluna foram as condições que mais aumentaram no período. Desigualdades absolutas e relativas foram observadas, com prevalências superiores entre os menos escolarizados e sem diferença entre os anos. Conclusões: A prevalência de multimorbidade aumentou no período de 2013 a 2019. Desigualdades na prevalência de multimorbidade foram observadas de acordo com a escolaridade.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.1590/1980-549720210016.supl.2
dc.identifier.issn19805497
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/51249
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Brasileira de Epidemiologia
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectMultimorbidade
dc.subjectDisparidades nos Níveis de Saúde
dc.subjectDoença Crônica
dc.subjectEstudos Transversais
dc.subjectAdulto
dc.subject.otherMultimorbidity
dc.subject.otherChronic disease
dc.subject.otherDesigualdades em Saúde
dc.subject.otherAdult
dc.subject.otherHealth status disparities
dc.subject.otherCross-sectional studies
dc.titleOccurrence and inequalities by education in multimorbidity in brazilian adults between 2013 and 2019: evidence from the national health survey
dc.title.alternativeOcorrência e desigualdades por escolaridade em multimorbidade em adultos brasileiros entre 2013 e 2019: evidências da Pesquisa Nacional de Saúde
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage15
local.citation.issueSuppl 2
local.citation.spage1
local.citation.volume24
local.description.resumoObjective: The aims of this study were: 1) to estimate the prevalence of multimorbidity in 2013 and 2019 in adults aged 20–59 years; 2) to assess inequalities in the prevalence of multimorbidity in 2013 and 2019 according to educational level. Methods: Data from two cross-sectional surveys from the Brazilian National Health Survey in 2013 and 2019 were used. Multimorbidity was assessed from 14 lifetime self-reported morbidities (except back problems) and defined using the cutoff point of ≥2 diseases. The prevalence of multimorbidity and individual morbidities were described according to gender, age, skin color, and education. For education, crude, and relative inequalities in prevalence of multimorbidity were calculated using the Slope Index of Inequality and the Concentration Index, respectively. Results: The prevalence of multimorbidity increased from 18.7% (95%CI 18.0–19.3) in 2013 to 22.3% (95%CI 21.7–22.9) in 2019, being higher among women and adults between 30–59 years in both periods. Asthma/bronchitis, depression, and back problems were the conditions that increased the most in the study period. Absolute and relative inequalities by education status were observed in the study period, with worse multimorbidity profiles among the less educated. Conclusion: The prevalence of multimorbidity increased between 2013 and 2019. Inequalities in the prevalence of multimorbidity were observed according to educational level.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-8214-5734
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENF - DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM MATERNO INFANTIL E SAÚDE PÚBLICA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttp://https://www.scielo.br/j/rbepid/a/nMjk8NTsmqdtcJHz6R3CdsS/?lang=endoi:10.1590/1980-549720210016.supl.2

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