Violência e Atenção Primária à Saúde: percepções e vivências de profissionais e usuários

dc.creatorElisane Adriana Santos Rodrigues
dc.creatorRicardo Tavares
dc.creatorVictor Hugo Melo
dc.creatorJandira Maciel da Silva
dc.creatorElza Machado de Melo
dc.date.accessioned2023-07-20T21:01:40Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:42:40Z
dc.date.available2023-07-20T21:01:40Z
dc.date.issued2018
dc.description.abstractThis study aimed to compare experiences and perceptions of users and health professionals on violence in the context of Primary Health Care. It is a cross-sectional study of qualitative and quantitative nature conducted in Ribeirão das Neves (Minas Gerais), in which semi-structured interviews were carried out using questionnaires applicable to users (n= 628) and self-administered to professionals (n=300). Descriptive analysis was performed - distribution of simple frequency, cross and bivariate - and correspondence analysis comparing the responses of users and professionals, stored in two different databases. The Thematic Categorical Content Analysis enabled the construction of three categories of analysis - from which were discussed and jointly, the quantitative and qualitative results: 1) Violence as a health problem; 2) Completeness of Care; 3) Social Participation. It is noted that violence permeates everyday life and activity of users and professionals, behaving as an event that deserves deepening by who is suffering, living and dealing with the problem. The social participation spaces were recognized as an important strategy of community inclusion in the discussion of their problems. However, users and professionals differ on the role of health care in addressing and violence. Primary care has great potential to produce quality of care but apparently does not accomplish it when deals with the violence approach.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1590/0103-11042018S404
dc.identifier.issn2358-2898
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/56802
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofSaúde em Debate
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectViolência
dc.subjectAtenção Primária à Saúde
dc.subjectEstratégias de saúde nacionais
dc.subjectServiços de saúde
dc.subjectParticipação social
dc.subject.otherViolência
dc.subject.otherAtenção Primária à Saúde
dc.subject.otherEstratégia saúde da família
dc.subject.otherServiços de saúde
dc.subject.otherParticipação social
dc.titleViolência e Atenção Primária à Saúde: percepções e vivências de profissionais e usuários
dc.title.alternativeViolence and Primary Health Care: perceptions and experiences of professionals and users
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage66
local.citation.issuespe4
local.citation.spage55
local.citation.volume42
local.description.resumoO presente estudo teve por objetivo comparar vivências e percepções de usuários e profissionais de saúde relativas à violência no âmbito da Atenção Primária à Saúde. Trata-se de um estudo transversal qualiquantitativo realizado em Ribeirão das Neves (Minas Gerais), no qual foram realizadas entrevistas semiestruturadas utilizando questionários aplicáveis a usuários (n=628), e autoaplicáveis a profissionais (n=300). Foi realizada análise descritiva- distribuição de frequência simples, cruzada e bivariada - e análise de correspondência, comparando as respostas de usuários e profissionais, armazenadas em 2 diferentes bancos de dados. A Análise de Conteúdo Categorial Temática possibilitou a construção de três categorias de análise - a partir das quais foram discutidos, de forma entrelaçada, os resultados quantitativos e qualitativos: 1) A violência como um problema de saúde; 2) Integralidade da Atenção; 3) Participação social. Nota-se que a violência permeia o cotidiano de vida e atuação de usuários e profissionais, comportando-se como um evento que merece aprofundamento por parte de quem sofre, convive e lida com o problema. Os espaços de participação social foram reconhecidos como estratégia importante de inserção da comunidade na discussão dos seus problemas. No entanto, usuários e profissionais diferem quanto ao papel da assistência à saúde na abordagem e no enfrentamento da violência. A atenção primária tem grande potencial de produzir atenção de qualidade, mas, ao que parece, não o realiza quando se trata da abordagem da violência.
local.identifier.orcidhttp://orcid.org/0000-0003-3588-1947
local.identifier.orcidhttp://orcid.org/0000-0002-9060-0477
local.identifier.orcidhttp://orcid.org/0000-0003-1014-7762
local.identifier.orcidhttp://orcid.org/0000-0002-9990-9323
local.identifier.orcidhttp://orcid.org/0000-0002-3577-0721
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE MEDICINA PREVENTIVA SOCIAL
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.scielo.br/j/sdeb/a/HLjWFM7fqNPWS6c5QvkQtyM/?lang=pt#

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