Influência da duração da função tardia do enxerto em transplantes renais com doador falecido

dc.creatorFlávia Carvalho Leão Reis
dc.date.accessioned2021-06-09T14:56:15Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:28:05Z
dc.date.available2021-06-09T14:56:15Z
dc.date.issued2019-12-19
dc.description.abstractIntroduction: Delayed graft function (DGF), whose more common definition is the necessity of dialysis in the first week after transplantation, is an important prognostic indicator after kidney transplantation. Depending on the severity of the ischemia-reperfusion injury, DGF can have several clinical presentations, with different renal function recovery times. Both the presence and duration of DGF can have an impact on kidney transplantation outcomes. However, this association and its influence on prognosis show conflicting results in the literature. Objectives: Investigate the impact of DGF and its duration on patient and graft survivals, besides the incidence of acute rejection; to study the overall incidence of DGF and risk factors associated with, besides the renal function. Methods: Single center retrospective study including all deceased donors kidney transplants performed between Nov/2008 and Dec/2015 (n=188). Patients were grouped according to graft work standard in immediate graft function (IGF), slow graft function (SGF) and DGF. These patients were divided according to the duration of DGF (< 8 days or ≥ 8 days). Results: The overall incidence of DGF was 62,2%; cold ischemic time ≥ 14,5 hours and donor age ≥ 39 years-old were some of the factors associated with DGF. Higher HLA mismatches was an independent risk factor for prolonged DGF. DGF with duration of more than 8 days was associated with acute rejection and this one was associated with patient death in 3 years. Conclusion: DGF with a duration of more than 8 days, associated with higher HLA mismatches increases the risk of acute rejection but graft loss and patient survival are not affected by DGF, regardless of its duration.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/36411
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectTransplante de Rim
dc.subjectFunção Retardada do Enxerto
dc.subjectSobrevivência de Enxerto
dc.subjectRejeição de Enxerto
dc.subjectIsquemia
dc.subjectReperfusão
dc.subjectCadáver
dc.subjectEstudos Retrospectivos
dc.subject.otherTransplante de rim
dc.subject.otherFunção tardia do enxerto
dc.subject.otherSobrevida do enxerto
dc.subject.otherRejeição do enxerto
dc.subject.otherIsquemia
dc.subject.otherReperfusão
dc.titleInfluência da duração da função tardia do enxerto em transplantes renais com doador falecido
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Joseph Fabiano Guimarães Santos
local.contributor.advisor1Marcelo Dias Sanches
local.contributor.advisor1Lattes9039210559942842
local.contributor.referee1Marcus Faria Lasmar
local.contributor.referee1Kátia de Paula Farah
local.creator.Lattes1040216254815986
local.description.resumoIntrodução: A função tardia do enxerto (FTE), cuja definição mais usada é a necessidade de diálise na primeira semana após transplante, é um indicador prognóstico importante após o transplante renal. A depender da gravidade da injúria de isquemia-reperfusão, podemos ter vários tipos de apresentações clínicas da FTE, com tempos de recuperação da função renal diferentes. Ao que parece, não apenas a presença de FTE mas também sua duração, podem influenciar nos desfechos dos transplantes renais. Entretanto, essa associação e sua influência no prognóstico apresentam resultados conflitantes na literatura. Objetivos: avaliar o impacto da duração da FTE nas sobrevidas de enxerto, paciente e incidência de rejeição aguda; avaliar a incidência de FTE e os fatores de risco associados, bem como a evolução da função renal nos diferentes padrões de função do enxerto. Métodos: Estudo unicêntrico de coorte retrospectiva incluindo pacientes submetidos a transplante renal com doador falecido entre novembro de 2008 a dezembro de 2015 (n=188). Os pacientes foram agrupados de acordo com o padrão de funcionamento do enxerto em função imediata do enxerto (FIE), função lenta do enxerto (FLE) e FTE. Este último foi avaliado de acordo com sua duração (< 8 dias ou ≥ 8 dias). Resultados: a incidência de FTE foi de 62,2%. O tempo de isquemia fria acima de 14,5 horas e a idade do doador acima de 39 anos foram alguns dos fatores associados à ocorrência de FTE. Maior número de mismatches foi fator de risco independente para FTE prolongada. FTE com duração acima de 8 dias impactou na ocorrência de rejeição aguda, e a rejeição aguda associou-se com pior sobrevida do paciente em 3 anos. Conclusão: FTE acima de 8 dias, associada a maior número de mismatches HLA, aumentou o risco de rejeição aguda, porém, perda de enxerto e sobrevida do paciente não foram afetados pela FTE, independente de sua duração.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE CIRURGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências Aplicadas à Cirurgia e à Oftalmologia

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