Manualização de controles internos: termos de colaboração regulados pelo Decreto nº 8.726/2016

dc.creatorGláucia de Brito Guedes de Souza
dc.date.accessioned2021-10-13T13:26:39Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:10:58Z
dc.date.available2021-10-13T13:26:39Z
dc.date.issued2019-12-14
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/38340
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subject.otherControle interno
dc.subject.othertermo de colaboração
dc.subject.otherpadronização
dc.subject.otheracompanhamento e manualização
dc.titleManualização de controles internos: termos de colaboração regulados pelo Decreto nº 8.726/2016
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Marcellus Henrique Rodrigues Bastos
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2060669280703313
local.contributor.referee1Maria Betânia Aparecida Campos
local.contributor.referee1Wagner Francis Martiniano de Faria
local.description.resumoA nova concepção de gestão pública preconiza o estabelecimento de ferramentas para fortalecimento de controles internos nas organizações, visando a melhora das práticas administrativas, assim como propiciando a criação de procedimentos padronizados e descritos de maneira formal. Neste trabalho o foco foi o desenvolvimento metodológico de estratégias para formalização das atividades (celebração, execução, monitoramento e prestação de contas), por meio de manuais, vinculadas a operacionalização de termos de colaboração regulados pelo decreto nº 8.726/2016 no âmbito da administração pública federal. Trata-se de uma pesquisa do tipo estudo de caso, de base qualitativa, de natureza descritiva, onde os procedimentos metodológicos envolvem a investigação, levantamento bibliográfico, análise, síntese e sistematização de ideias a partir de literatura relevante e buscando intervir na situação atual da instituição. O estudo tem como objetivo discorrer sobre o processo de manualização dos procedimentos vinculados a operacionalização dos termos de colaboração da UFMG e demonstrar aos gestores da instituição a relevância da formalização para fins de controle interno. Apresentando as principais atividades previstas para operacionalização dos termos, assim como o processo para implantação dos manuais, participando de encontro com os gestores da UFMG e percebendo as dificuldades que podem surgir do processo de criação e implementação dos manuais na instituição, finalizando com as considerações finais. Conclui-se que a instituição, para fortalecimento do controle interno, deve ocupar-se com a construção formal de procedimentos e compartilhamento deste conhecimento gerando processos e ferramentas padronizados para fixação, disseminação e implantação de atividades no seu ambiente organizacional.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Gestão de Instituiçoes Federais de Educação Superior

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