Região: leituras possíveis de Milton Santos

dc.creatorThiago Macedo Alves de Brito
dc.date.accessioned2019-08-13T20:09:11Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:32:08Z
dc.date.available2019-08-13T20:09:11Z
dc.date.issued2007-06-28
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/MPBB-76LJJS
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEspaço urbano
dc.subjectCidades e vilas
dc.subjectSantos, Milton
dc.subjectGeografia regional
dc.subject.othergeografia
dc.titleRegião: leituras possíveis de Milton Santos
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Cassio Eduardo Viana Hissa
local.contributor.referee1Geraldo Magela Costa
local.contributor.referee1JOSE GERALDO PEDROSA
local.description.resumoA presente dissertação contém uma reflexão sobre o conceito de região, na obra do geógrafo Milton Santos, contido no movimento que vai do universal ao particular. Para sua realização, tornou-se necessário compreender sua crítica a geografia regional, cujo método refere-se primeiro a regularidade empírica dos fenômenos regionais, para só, posteriormente, alcançar o universal. A sua crítica teórica e metodológica propõem uma inversão no método, ressaltando a importância de se recorrer, no movimento de totalização, inicialmente aos universal, para depois chegar à região, ao particular. A elaboração do conceito de região é precedida pelo entendimento da atual estrutura do mundo contemporâneo, que Milton Santos denomina de período técnico-científico-informacional. Para se chegar ao conceito de região nesse período, o geógrafo utiliza-se dos conceitos de desenvolvimento desigual e de divisão internacional do trabalhos, fatores importantes na diferenciação entre as regiões, assim como na formação socioespacial, em que o modo de produção entra em contato com as diversas realidades regionais. A região em Milton Santos é concebida, em princípio, como funcional em relação ao modo de produção global, que dá sentido a sua realidade interna. Isso não significa que cada região não tenha suas particularidades. Pelo contrário, no desenvolvimento de sua obra, Milton Santos chega ao conceito de lugar, que abrange tanto um espaço de determinações externas, quanto um espaço de solidariedade, de vivências internas. Região e lugar se identificam na cidade, onde há o encontro e o desencontro de múltiplos vetores da modernidade, no teatro das ações humanas. Desse modo, na cidade, Milton Santos se encontra com a dialética do global e do local, com a totalidade das relações socioespaciais. Construída no movimento que não omite a relevância das particularidades do lugar ou da região
local.publisher.initialsUFMG

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