Brincando eu aprendo mais: uma proposta para revitalizar a matemática na educação infantil

dc.creatorAna Cristina Gonçalves Carvalho
dc.date.accessioned2019-08-13T10:03:55Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:56:16Z
dc.date.available2019-08-13T10:03:55Z
dc.date.issued2013-11-30
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-9HAEKX
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectMatematica  Estudo e ensino
dc.subjectEducação
dc.subjectJogos educativos
dc.subjectEducação pre-escolar
dc.subject.otherEducação Infantil
dc.subject.otherRegistro
dc.subject.otherLinguagem Matemática
dc.subject.otherBrincadeiras com Corda
dc.titleBrincando eu aprendo mais: uma proposta para revitalizar a matemática na educação infantil
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Paula Cristina David Guimarães
local.description.resumoO principal objetivo desta pesquisa foi compreender como a linguagem matemática é vivenciada por crianças de três anos no interior de uma instituição pública de Educação Infantil. Para isso, pretendeu-se descrever como a linguagem matemática é vivenciada por essas crianças, identificar os momentos, espaços e situações, vividas por elas, que envolvem a linguagem matemática, e perceber o lugar dessa linguagem na prática docente da Educação Infantil. A primeira etapa foi a realização de revisão de literatura, visando conhecer a situação atual do campo no meio acadêmico. Em seguida, foi realizada a observação em uma escola pública de Contagem, em uma turma composta por 15 alunos de três anos. Foi feita uma intervenção, na qual as crianças elegeram uma brincadeira através de votação, fazendo o registro em forma de gráfico. Esse momento se justifica pela necessidade de se trabalhar o tratamento da informação na Educação Infantil, apontada por Smole (2003). As crianças participaram de diversas brincadeiras com a corda e, ao final, foram incentivadas a realizar uma roda de conversa sobre as brincadeiras, com o registro desse momento. Para a análise dos dados, tanto da revisão de literatura quanto da observação e da intervenção foram mobilizados conceitos diversos de autores como Kamii (1990), que desenvolve estudos sobre a noção de número pela criança; Dias e Faria (2007), que fala sobre o conhecimento matemático no currículo da Educação Infantil; Lorenzato (2010), e Lopes (1999), que discute o tratamento da informação na Educação Infantil. Promover as reflexões das crianças e os registros, desenvolvendo noções espaciais, corporais, regras e conceitos matemáticos, permitiu constatar a importância da brincadeira para desenvolver a linguagem matemática na Educação Infantil. Pode-se afirmar que, muitas vezes, essa linguagem não é intencional e que as crianças vivenciam experiências matemáticas fora da escola que nem sempre são objetos de discussão ou de trabalho intencional dentro da escola. Assim, concorda-se com Smole e Diniz (2001) que uma proposta de trabalho com a matemática deve visar à aprendizagem significativa, encorajando a exploração de várias ideias matemáticas, a fim de desenvolver o prazer e conservar a curiosidade das crianças acerca da matemática.
local.publisher.initialsUFMG

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