Quando o tempo se detém e o tempo se extingue... tange o sino

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Universidade Federal de Minas Gerais

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Artigo de periódico

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When time stops and time is never ending... clangs the bell

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Resumo

O texto investiga uma possível conciliação entre presença e automatismo, e no decurso desse processo, a possibilidade de entrar em contato com um “fluxo” sem nome e sem forma. Uma pergunta aberta. Dentre as atividades humanas as “Artes da Performance” poderiam ser um local para essa busca. Como ilustração desse processo o texto apresenta um trabalho de campo de cunho autoetnográfico, desenvolvido durante a residência em arte “Caminhos do Silêncio”, coordenada pelo ator e diretor François Kahn.

Abstract

This paper investigates the possibility of conciliation between presence and automatism, and through this process, to be in front of a “flow” without name and form. It appears like an opened question. We point that “Arts as Performance” could be a place to such research. To illustrate it we present an auto-ethnography fieldwork realised during the residence in art project “Caminhos do Silêncio” (Silent Phats) developed under François Kahn direction.

Assunto

Performance musical, Automatismo

Palavras-chave

presença, automatismo, fluxo

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https://periodicos.ufmg.br/index.php/revistapos/article/view/15624

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