O desenvolvimento ferroviário nas províncias do Rio de Janeiro e Minas Gerais, através dos mapas de James Wells

dc.creatorPaulo Márcio Leal de Menezes
dc.creatorMarcia Maria Duarte Dos Santos
dc.creatorManoel do Couto Fernandes
dc.creatorMaria Cândida Trindade Costa de Seabra
dc.date.accessioned2023-09-21T21:55:11Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:13:17Z
dc.date.available2023-09-21T21:55:11Z
dc.date.issued2019-12-20
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.issn2525-6084
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/58846
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofArquivos do Museu de História Natural e Jardim Botânico
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectWells, James W. (James William)
dc.subjectFerrovias - História
dc.subjectMinas Gerais
dc.subjectRio de Janeiro (Estado)
dc.subjectDesenho cartográfico
dc.subject.otherJames W. Wells
dc.subject.otherEstrada de Ferro D. Pedro II
dc.subject.otherFerrovias no Brasil
dc.subject.otherMinas Gerais
dc.subject.otherRio de Janeiro
dc.titleO desenvolvimento ferroviário nas províncias do Rio de Janeiro e Minas Gerais, através dos mapas de James Wells
dc.title.alternativeThe railway development in Rio de Janeiro and Minas Gerais provinces, through James Wells’ maps
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage174
local.citation.spage149
local.citation.volume27
local.description.resumoA história da ferrovia no Brasil tem início em 30 de abril de 1854, com a inauguração, por D. Pedro II do primeiro trecho da linha da Estrada de Ferro Barão de Mauá, na então Província do Estado do Rio de Janeiro. Contando com 14,5 km de extensão, ligava a Estação Guia de Pacobaíba até a localidade de Fragoso, em Magé, na direção de Petrópolis. Esta estrada permitiu a integração dos transportes hidroviário e ferroviário, na Baía de Guanabara, quando as embarcações faziam o trajeto da Praça XV, na cidade do Rio de Janeiro, até o fundo da Baía de Guanabara, de onde o trem se encarregava do transporte terrestre até a Raiz da Serra, introduzindo dessa forma a primeira operação intermodal do Brasil. A par de outra ferrovia instalada no Nordeste, foi inaugurada em 29 de março de 1858 a Companhia Estrada de Ferro D. Pedro II, com um trecho inicial de 47,21 km, ligando a Estação da Corte até Queimados, no Rio de Janeiro. Esta ferrovia veio a se constituir uma das mais importantes obras da engenharia ferroviária do País, na transposição da Serra do Mar, com a construção de inúmeros viadutos, cortes, aterros, bem como o Túnel Grande com 2.236 m de extensão.Procurando atrair investidores, o governo implantou um sistema de concessões, que se tornou característico da política de infraestrutura do período imperial, atraindo recursos e técnicos estrangeiros. Diversos engenheiros estrangeiros participaram deste processo, destacando-se o nome do engenheiro inglês James W. Wells, o qual participou ativamente nos projetos e implantações ferroviárias no Rio de Janeiro e Minas Gerais, integrando uma equipe de engenheiros organizada pela Public Works Construction Company, de Londres, contratada pelo imperador para traçar o trecho final da Estrada de Ferro Pedro II, estendendo os trilhos dos vales dos rios Paraopeba e São Francisco, até a cidade de Pirapora. James Wells destacou-se também como autor de um livro publicado em 1873,” Explorando e Viajando Três mil milhas através do Brasil”, produto de suas viagens pelo interior do Brasil. Este trabalho teve por objetivo apresentar detalhes de suas viagens quando foram realizados os estudos de implantação ferroviária. Por outro lado, o autor citado foi responsável pela cartografia das estradas de ferro, expressa por seus mapas, entre eles a “Planta Geral da Ferrovia D. Pedro 2º das que com ellas correspondem e das que lhe estão próximas”, da “Planta da Estrada de Ferro D. Pedro II e a das outras Estradas de Ferro das Províncias do Rio de Janeiro, S. Paulo e Minas Geraes”, de 1879, e da “Planta do Prolongamento Projectado da Estrada de Ferro D. Pedro II, Rios de São Francisco e Tocantins, Secção E”, de 1874, os quais, integrados a outros mapas mostram o desenvolvimento do processo ferroviário no Rio de Janeiro e Minas Gerais.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-7049-7081
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-2252-8602
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-4500-0624
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-4827-0635
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFALE - FACULDADE DE LETRAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://periodicos.ufmg.br/index.php/mhnjb/article/view/16231

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