Educadores populares e movimento popular: relação de saber

dc.creatorFelipe Soares Aranha
dc.date.accessioned2019-08-12T13:44:17Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:08:07Z
dc.date.available2019-08-12T13:44:17Z
dc.date.issued1989-03-27
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/FAEC-87DGMF
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEducação
dc.subjectEducação popular
dc.subjectEducação de adultos
dc.subject.otherEducadores populares
dc.titleEducadores populares e movimento popular: relação de saber
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Miguel Gonzalez Arroyo
local.contributor.referee1Maria de Lourdes Rocha de Lima
local.contributor.referee1Carlos Henrique Brandão
local.description.resumoAs diversas experiências realizadas no campo da educação popular não oficial têm demonstrado que a tentativa de intervir no social por parte de instituições e grupos de educadores populares, vêm provocando duplo movimento. O primeiro movimento parte dos grupos de educação popular em direção à realidade social que eles tentam servir e /ou modificar. O segundo movimento, em sentido inverso, parte da realidade social em direção aos grupos e instituições. Enquanto o primeiro movimento gera a intervenção educativa que tenta ser fiel à proposta pedagógica, de caráter sócio-política, formulada anteriormente, o segundo leva os grupos e instituições a rependarem sua prática, a questionar e prolematizar seu métodos, suas concepções político-filosóficas e a reelaborarem as propostas pedagógicas. Júlio Barreiro, teólogo uruguaio ligado a educadores populares brasileiros, descreve um ângulo da mudança do segundo movimento:Durante algum tempo, a maioria desses grupos adotava um modelo de análise dos problemas da sociedade capitalista ao nível de sua "cultura".Mais ainda, em alguns casos, as contradições apontadas a este nível das relações culturais eram os indicadores quase únicos para a interpretação de toda a sociedade. A expressão teórica dessa posição adotada eram os modelos tipo culturalistas de interpretação da realidade social. Tal esquema de análise social não poderia deixar de ser pouco preciso e pouco totalizador e , por certo, não poderia oferecer perspectivas de ação capazes de conduzir a um processo de relações mais essenciais da sociedade capitalista. A expressão prática de tudo isso foi a organização da educação popular que se inclinava para o utopismo pedagógico ou para a subestimação da pedagogia.
local.publisher.initialsUFMG

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