Fatores associados ao trabalho remunerado após o rompimento da barragem: projeto saúde brumadinho

dc.creatorCamila Menezes Sabino Decastro
dc.creatorJuliana Vaz de Melo Mambrini
dc.creatorJosélia Oliveira Araújo Firmo
dc.creatorPaulo Roberto Borges de Souza Júnior
dc.creatorSergio William Viana Peixoto
dc.date.accessioned2024-01-25T20:55:38Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:40:53Z
dc.date.available2024-01-25T20:55:38Z
dc.date.issued2022
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.1590/1980-549720220010.supl.2.1
dc.identifier.issn19805497
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/63393
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Brasileira de Epidemiologia
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectBarragens
dc.subjectTrabalho
dc.subjectEscolaridade
dc.subjectSaúde
dc.subject.otherBarragens
dc.subject.otherTrabalho
dc.subject.otherEscolaridade
dc.subject.otherSaúde
dc.titleFatores associados ao trabalho remunerado após o rompimento da barragem: projeto saúde brumadinho
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage8
local.citation.issueSuppl 2
local.citation.spage1
local.citation.volume25
local.description.resumoObjetivo: Analisar os fatores associados ao trabalho remunerado, após o rompimento da barragem, com ênfase no estrato geográfico, entre homens e mulheres residentes em Brumadinho, Minas Gerais. Métodos: Foram utilizados dados dos participantes da linha de base do Projeto Saúde Brumadinho, com 18 anos ou mais de idade, obtidos por aplicação de questionário, entre julho e novembro de 2021 (n=2.783). A variável dependente foi trabalho remunerado após o rompimento da barragem, e as variáveis explicativas foram estrato geográfico, idade, escolaridade, raça/cor, autopercepção de saúde e vínculo de trabalho antes do rompimento da barragem. A análise ajustada foi estimada pela regressão logística. Todas as análises foram realizadas separadamente para homens e mulheres. Resultados: O trabalho remunerado após o rompimento da barragem foi relatado por 58,3% (IC95% 55,0–61,6) dos participantes, sendo a maior prevalência entre os homens (71,4%; IC95% 67,1–75,3) em comparação às mulheres (48,6%; IC95% 44,3–52,8) (p<0,001). Após ajustes, os resultados mostraram que a população diretamente exposta apresentou menor chance de ter trabalho remunerado após o rompimento da barragem, tanto para as mulheres (OR=0,68; IC95% 0,48–0,95) quanto para os homens (OR=0,48; IC95% 0,30–0,78). Além disso, mulheres diretamente expostas ao rompimento da barragem e que relataram trabalho autônomo antes do rompimento apresentaram menor probabilidade de ter trabalho remunerado, em comparação àquelas que informaram trabalhar com ou sem carteira assinada. Conclusão: A participação no mercado de trabalho é determinada por vários fatores. Dessa forma, políticas intersetoriais são necessárias para atender às demandas de vida e trabalho da população em situações de desastre
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENFERMAGEM - ESCOLA DE ENFERMAGEM
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://doi.org/10.1590/1980-549720220010.supl.2.1

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