Dados para a saúde: impacto na melhoria da qualidade da informação sobre causas de óbito no Brasil

dc.creatorMaria Fatima Marinho
dc.creatorElisabeth Barboza França
dc.creatorRenato Azeredo Teixeira
dc.creatorLenice Harumi Ishitani
dc.creatorCarolina Cândida da Cunha
dc.creatorMayara Rocha Dos Santos
dc.creatorAshley Frederes
dc.creatorJuan José Cortez Escalante
dc.creatorDaisy Maria Xavier de Abreu
dc.date.accessioned2022-06-24T21:43:39Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:17:51Z
dc.date.available2022-06-24T21:43:39Z
dc.date.issued2019
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.1590/1980-549720190005.supl.3
dc.identifier.issn1980-5497
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/42669
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista brasileira de epidemiologia
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectMortalidade
dc.subjectCausas de morte
dc.subjectRegistros de mortalidade
dc.subjectBrasil
dc.titleDados para a saúde: impacto na melhoria da qualidade da informação sobre causas de óbito no Brasil
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.volume22
local.description.resumoIntrodução: Conhecer o número de óbitos e suas causas se constitui em informação de relevância para gestores de saúde pública. Entretanto, muitas vezes a causa do óbito é classificada com códigos pouco úteis para as análises de mortalidade, denominados códigos garbage (CG). Objetivo: Descrever e avaliar o impacto da investigação da causa básica de morte mal classificada no atestado de óbito em 2017. Métodos: Com base em protocolo padronizado, foram pesquisadas mortes com CG de 60 municípios que foram foco da intervenção, principalmente em prontuários hospitalares e serviços de autopsia. No nível estadual de gestão do Sistema de Informação de Mortalidade também foram desenvolvidas ações para melhoria da classificação da causa do óbito, com consequente adesão da maioria dos demais municípios (n = 4.022), o que permitiu comparações com os resultados da investigação de CG nas 60 cidades. Resultados: No país, de 108.826 CG investigadas em 2017, 48% foram reclassificadas para causas específicas. Já nos 60 municípios selecionados, 58% dos 35.366 óbitos por CG pesquisados foram reclassificados. A proporção de óbitos por CG declinou em 11% no país e 17% nos municípios em que houve intervenção. Discussão: Este é o primeiro estudo que investigou CG em registros médicos de mais de 100 mil mortes. A pesquisa possibilitou reclassificar para causas básicas específicas cerca de metade dos óbitos por CG investigados. As 60 cidades que foram alvo da intervenção tiveram melhor resultado que as demais cidades. Conclusão: A intervenção mostrou ser uma iniciativa adequada para a melhoria da qualidade da informação sobre causa de morte e deve ser estimulada.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENFERMAGEM - ESCOLA DE ENFERMAGEM
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.scielo.br/j/rbepid/a/7HwxBgfMnKyW9s5FMqZCnjK/?lang=pt

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