A transcendência da pele : corporeidade em tempos hipermodernos – uma reflexão fenomenológica

dc.creatorMônica Cristina Combat Barbosa
dc.date.accessioned2020-03-31T12:42:13Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:44:31Z
dc.date.available2020-03-31T12:42:13Z
dc.date.issued2019-05-24
dc.description.abstractThe present study approaches the question of corporeity from the skin and its transcendence, assayed phenomenologically, having as an articulating resource the movie 'The skin I live in', and as an underlying social and reflexive scenario, hypermodernity intersected by several variants and contingencies. Faced with the dictates of a fluid society, consumption and exacerbations, the body, circumscribed by its skin and existence, has as prerogatives the possibilities of transcendence. This can occur when 'inhabiting' a skin means to inhabit guiding meanings of life, beyond the measures imputed to this lived, intimate and emotional body, which also needs to maintain its uniqueness and presence as being-there-in-the-world and to be itself, appropriated of itself and at the same time transcendent to its skin.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/33047
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subject.otherCorporeidade, hipermodernidade, fenomenologia
dc.titleA transcendência da pele : corporeidade em tempos hipermodernos – uma reflexão fenomenológica
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Maria Madalena Magnabosco
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3130101619649510
local.contributor.referee1José Paulo Giovanetti
local.contributor.referee1Cláudia Lins Cardoso
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0650201236330018
local.description.resumoO presente estudo aborda a questão da corporeidade a partir da pele e de sua transcendência, analisada fenomenologicamente, tendo como recurso articulador o filme ‘A pele que habito’, e como cenário reflexivo e social subjacente, a hipermodernidade entrecortada por diversas variáveis e contingências. Diante dos ditames próprios de uma sociedade fluida, de consumo e exacerbações, o corpo, circunscrito por sua pele e existencialidade, tem como prerrogativas as possibilidades de transcendência. Isso pode se dar quando ‘o habitar’ uma pele habita sentidos norteadores de vida, para além das medidas imputadas a este corpo vivido, íntimo e afetivo, que, inclusive, precisa manter sua singularidade e presença como ser-no-mundo e ser próprio, apropriado de si mesmo e ao mesmo tempo transcendente à sua pele.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Psicologia Clínica: Gestalt-Terapia e Análise Existencial

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