A comunicação não verbal no exercício da prática odontológica entre o profissional, o paciente com deficiências de desenvolvimento seus pais e cuidadores

dc.creatorLia Silva de Castilho
dc.creatorLígia Domingues Padovezzi
dc.creatorBruna Ferreira Lage
dc.creatorIvana Márcia Diniz
dc.creatorAna Cristina Borges de Oliveira
dc.creatorVera Lucia Silva Resende
dc.date.accessioned2023-01-10T18:30:41Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:06:20Z
dc.date.available2023-01-10T18:30:41Z
dc.date.issued2019-08-01
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.issn23182326
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/48830
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofInterfaces - Revista de Extensão da UFMG
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectComunicação não verbal
dc.subjectParalisia cerebral
dc.subjectDeficiências do desenvolvimento
dc.subjectOdontologia
dc.subjectAssistência odontológica para pessoas com deficiências
dc.subject.otherdisability patients
dc.subject.otherdeficiencias do desenvolvimento
dc.titleA comunicação não verbal no exercício da prática odontológica entre o profissional, o paciente com deficiências de desenvolvimento seus pais e cuidadores
dc.title.alternativeNonverbal communication in the practice of dental practice between the professional, the patient with developmental disabilities, his parents and caregivers
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage571
local.citation.issue1
local.citation.spage564
local.citation.volume7
local.description.resumoObjetivo: esta é uma descrição de experiência com a comunicação não verbal no atendimento odontológico a indivíduos com deficiências de desenvolvimento atendidos por um serviço de referência de reabilitação motora em Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil. Métodos: no cotidiano do exercício da prática clínica, foram descritas as modalidades de comunicação não verbal (paralinguagem, proxêmica, taxêmica, características físicas, fatores do meio, cinésica, musicoterapia passiva e ativa) e como são empregadas neste projeto de extensão. Resultados: realizou-se uma análise à luz da literatura sobre como estes métodos são efetivos para a consecução de um atendimento odontológico adequado para estes pacientes e para o estabelecimento do cuidado em casa pelos pais e cuidadores. A comunicação não verbal atua como auxiliar da comunicação verbal na transmissão da mensagem para estes pacientes. A comunicação não verbal tem a função de diminuir estados ansiosos comuns nos pacientes em tratamento odontológico. Ao obter sucesso no tratamento odontológico em ambulatório, evita-se que o paciente seja encaminhado para atendimento sob anestesia geral ou que seja atendido sob contenção física ou química. Observou-se que a área de enfermagem é responsável pela maioria dos artigos publicados sobre o tema. Conclusão: a comunicação não verbal é extremamente útil para a redução de estados ansiosos e para reforçar hábitos e comportamentos saudáveis, contribuindo para o sucesso deste projeto de extensão
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAO - DEPARTAMENTO DE ODONTOLOGIA RESTAURADORA
local.publisher.departmentFAO - DEPARTAMENTO DE ODONTOLOGIA SOCIAL E PREVENTIVA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://periodicos.ufmg.br/index.php/revistainterfaces/issue/view/1051

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