A coordenação do cuidado na qualidade da assistência à saúde da mulher e da criança no pmaq

dc.creatorMaria Jesus Barreto Cruz
dc.creatorAlaneir de Fatima Dos Santos
dc.creatorLucas Henrique Lobato de Araújo
dc.creatorEli Iola Gurgel Andrade
dc.date.accessioned2024-01-02T18:29:09Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:13:29Z
dc.date.available2024-01-02T18:29:09Z
dc.date.issued2019
dc.description.abstractThe study aimed to identify the association between coordination of care and quality of healthcare for women and children in primary healthcare in Brazil. A cross-sectional study was performed with data from 30,523 teams that participated in the Program for Improvement in Access and Quality of Basic Care (PMAQ) in 2013. Logistic regression was performed, in which the dependent variable was quality of healthcare for women and children and the independent variable was level of coordination of care. The multivariate analysis included variables that presented p < 0.05. The model’s fit was assessed with the Hosmer-Lemeshow test. The study assessed the results of 28,056 teams that conducted activities in coordination and healthcare for women and children simultaneously. In Brazil, the largest percentage of teams displayed low levels of coordination (68.5%). The highest levels of coordination were found in stratum 6 (57.2%) and the lowest in stratum 1 (78.5%). Among the major geographic regions, the North of Brazil showed the highest percentage of teams with low coordination (89.1%), while the Southeast had the most teams with high coordination (37.6%). More than two-thirds (70.5%) of the teams showed low quality of care in women’s health, while 63.5% showed high level of care in children’s health. High level of coordination is associated with high quality of care both in women’s health (OR = 11.85) and children’s health (OR = 8.79). The predominance of low levels of coordination of care in Brazil and low quality of healthcare for women reflect the need for coordinated action in this area
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.1590/0102-311x00004019
dc.identifier.issn16784464
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/62278
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofCadernos de Saúde Pública
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAtenção Primária à Saúde
dc.subjectSaúde da Criança
dc.subjectSaúde da Mulher
dc.subjectGarantia da Qualidade dos Cuidados de Saúde
dc.subjectPesquisa sobre Serviços de Saúde
dc.subject.otherAtenção Primária à Saúde
dc.subject.otherSaúde da Criança
dc.subject.otherSaúde da Mulher
dc.subject.otherGarantia da Qualidade dos Cuidados de Saúde
dc.subject.otherPesquisa sobre Serviços de Saúde
dc.titleA coordenação do cuidado na qualidade da assistência à saúde da mulher e da criança no pmaq
dc.title.alternativeCoordination of care and quality of healthcare for women and children in the PMAQ
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage14
local.citation.issue11
local.citation.spage1
local.citation.volume35
local.description.resumoO objetivo foi identificar a associação do atributo coordenação do cuidado com a qualidade da assistência à saúde da mulher e da criança na atenção primária à saúde no Brasil. Foi realizado estudo transversal, baseado em dados de 30.523 equipes que participaram do Programa de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica em 2013. Foi feita análise de regressão logística. A variável dependente foi o nível de qualidade da assistência à saúde da mulher e da criança, e a independente, o nível de coordenação do cuidado. A análise multivariada considerou variáveis que apresentaram p < 0,05. O ajuste do modelo foi realizado pelo teste de Hosmer-Lemeshow. Foram avalia dos os resultados de 28.056 equipes que realizaram atividade de coordenação e de assistência à saúde da mulher e da criança simultaneamente. No Brasil, o maior percentual das equipes apresentou nível baixo de coordenação (68,5%). Os níveis mais altos de coordenação foram encontrados no estrato 6 (57,2%) e os mais baixos no estrato 1 (78,5%). Dentre as regiões, a Norte apresentou o maior percentual de equipes com baixo nível de coordenação (89,1%), e a Sudeste, o maior percentual com alto nível (37,6%). Para o nível de qualidade da assistência à saúde da mulher, 70,5% das equipes estava com baixo nível e, na saúde da criança, 63,5% com alto nível. Possuir alto nível de coordenação está associado a ter alto nível de qualidade da assistência, tanto na saúde da mulher (OR = 11,85) como na saúde da criança (OR = 8,79). Foi possível constatar um predomínio de baixos níveis de coordenação do cuidado no Brasil, bem como baixos níveis de qualidade da assistência à saúde da mulher, refletindo a necessidade de ações coordenadas nessa área.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE MEDICINA PREVENTIVA SOCIAL
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://doi.org/10.1590/0102-311X00004019

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