Medical adhesive-related skin injuries in the neonatology department of a teaching hospital
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Resumo
Medical adhesives are used to affix components to the skin. Theyare part of procedures performed by medical specialties because of their partici-pation as constituents of different products, such as tapes, dressings, andelectrodes.Aim:This study aims to assess the prevalence of, and factors associated with, thedevelopment of medical adhesive-related skin injuries (MARSIs) in patients treatedwith medical tapes in the neonatology department of a large teaching hospital inBrazil.Study Design:Cohort study.Methods:All premature newborns (gestational age from 28 to <37 weeks) admit-ted in the neonatal intensive care unit of a teaching hospital, from March toAugust 2019, were followed up. Neonate skin condition was assessed based onthe Neonatal Skin Condition Scale (NSCS). Data analyses were conducted in Rsoftware.Results:In total, 46 premature newborns were included in the study; 552 evaluationswere performed—mean of 11.7 per patient. Most neonates (n = 41; 89.1%) usedadhesive tapes, either paper tape (n = 37; 80.4%) or transparent film dressing (n = 34;73.9%). Newborns' face and head were the most affected body regions (n = 125;50.2%). Eight patients had MARSIs (19.5% of patients who used tape). NSCS scores(Pvalue <.001) and the adopted warming system (Pvalue = .01302) were associatedwith the occurrence of MARSIs. Incubators seem to be a protective factor for MARSI(OR = 0.048; IC95% = 0.0008-0.75;Pvalue = .013). Conclusion:Adhesive tapes in premature newborns should be considered a risk fac-tor for injuries. Although NSCS showed mild-to-moderate impairment and lesionseverity was low, this event is relatively frequent in neonatal units.Relevance to Clinical Practice:Awareness of the risk associated with adhesive tapeapplication and removal in newborns allow health services to better address theproblem by enforcing good practices, elaborating better protocols, qualifying thehealth care professionals, and potentially selecting softer tapes for neonates
Abstract
Adesivos médicos são usados para fixar componentes à pele. Fazem parte de procedimentos realizados em especialidades médicas devido à sua participação como constituintes de diferentes produtos, como fitas, curativos e eletrodos. Objetivo: Este estudo tem como objetivo avaliar a prevalência e os fatores associados ao desenvolvimento de adesivos médicos relacionados lesões de pele (MARSIs) em pacientes tratados com esparadrapos no setor de neonatologia de um hospital universitário de grande porte no Brasil. Desenho do estudo: Estudo de coorte. Métodos: Todos os recém-nascidos prematuros (idade gestacional de 28 a <37 semanas) internados na unidade de terapia intensiva neonatal unidade de um hospital universitário, no período de março a agosto de 2019, foram acompanhados. A condição da pele do neonato foi avaliada com base na Escala de Condição da Pele Neonatal (NSCS). A análise dos dados foi realizada no software R.Resultados:No total, foram incluídos no estudo 46 recém-nascidos prematuros; Foram realizadas 552 avaliações – média de 11,7 por paciente. A maioria dos neonatos (n = 41; 89,1%) utilizou fita adesiva, seja fita de papel (n = 37; 80,4%) ou curativo de filme transparente (n = 34;73,9%). A face e a cabeça dos recém-nascidos foram as regiões corporais mais afetadas (n = 125;50,2%). Oito pacientes tiveram MARSIs (19,5% dos pacientes que usaram fita adesiva). Os escores NSCS (Pvalor < 0,001) e o sistema de aquecimento adotado (Pvalor = 0,01302) foram associados à ocorrência de MARSIs. As incubadoras parecem ser um fator de proteção para MARSI (OR = 0,048; IC95% = 0,0008-0,75;Pvalor = 0,013). Conclusão:As fitas adesivas em recém-nascidos prematuros devem ser consideradas fator de risco para lesões. Embora a NSCS tenha apresentado comprometimento leve a moderado e a gravidade das lesões tenha sido baixa, esse evento é relativamente frequente em unidades neonatais. Relevância para a prática clínica: A consciência do risco associado à aplicação e remoção de fita adesiva em recém-nascidos permite que os serviços de saúde abordem melhor o problema, aplicando boas práticas, elaborando melhores protocolos, qualificando os profissionais de saúde e potencialmente selecionando fitas mais suaves para neonatos
Assunto
Instrumentos cirúrgicos
Palavras-chave
Infant, Newborn, Skin, Surgical tape, Wounds and injuries
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Curso
Endereço externo
https://onlinelibrary.wiley.com/doi/epdf/10.1111/nicc.12621