First Lu-Hf, δ18O and trace elements in zircon signatures from the Statherian Espinhaço anorogenic province (Eastern Brazil): geotectonic implications of a silicic large igneous province
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Artigo de periódico
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Primeiro Lu-Hf, δ18O e elementos traço em assinaturas de zircão da província anorogênica do Espinhaço Statheriano (Leste do Brasil): implicações geotectônicas de uma grande província ígnea silícica
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Resumo
The Espinhaço rift system encompasses taphrogenetic events from the Statherian to Tonian in the São Francisco-Congo (SFC) paleocontinent. The magmatism is represented mainly by metamorphosed anorogenic granites and rhyolites with subordinate amphibolites. Zircon U–Pb
(LA-ICPMS and SHRIMP) ages from felsic (1748 ± 3 Ma and 1740 ± 8 Ma) and mafic (1725 ± 4 Ma) rock samples, coupled with previous studies
suggest that the Espinhaço igneous province erupted from ca. 1.79 Ga to ca. 1.70 Ga. The felsic rocks show characteristics of A-type magmas. The negative εHf(t) data for meta-rhyolite zircons (-12.32 to -17.58), the moderate δ18O values (7.02 to 7.98) and the REE patterns suggest crustal melting
related to an extensional environment. The mafic rock shows negative values of εHf(t) in zircons (-4.05 to -8.25) and moderate δ18O values (5.56 to
7.87). The results disclose a basaltic magmatism in continental intraplate setting whose parental magma could have been derived from the subcontinental
lithospheric mantle with contamination of crustal material. These data coupled with coeval Espinhaço magmatism and mafic dyke swarms found to the
south of the Espinhaço rift system reinforce the evidence of a long-lived Statherian silicic large igneous province (SLIP) on the SFC paleocontinental block.
Abstract
O sistema de rifte Espinhaço abrange eventos tafrogenéticos do Statheriano ao Toniano no paleocontinente São Francisco-Congo (SFC). O magmatismo é representado principalmente por granitos anorogênicos metamorfoseados e riolitos com anfibolitos subordinados. Idades de zircão U–Pb
(LA-ICPMS e SHRIMP) de amostras de rochas félsicas (1748 ± 3 Ma e 1740 ± 8 Ma) e máficas (1725 ± 4 Ma), juntamente com estudos anteriores
sugerem que a província ígnea Espinhaço entrou em erupção de ca. 1,79 Ga a ca. 1,70 Ga. As rochas félsicas mostram características de magmas do tipo A. Os dados negativos de εHf(t) para zircões de meta-riolito (-12,32 a -17,58), os valores moderados de δ18O (7,02 a 7,98) e os padrões de REE sugerem fusão crustal
relacionada a um ambiente extensional. A rocha máfica mostra valores negativos de εHf(t) em zircões (-4,05 a -8,25) e valores moderados de δ18O (5,56 a
7,87). Os resultados revelam um magmatismo basáltico em configuração intraplaca continental cujo magma parental pode ter sido derivado do manto
litosférico subcontinental com contaminação de material crustal. Esses dados, juntamente com o magmatismo contemporâneo de Espinhaço e enxames de diques máficos encontrados ao sul do sistema de rifte de Espinhaço, reforçam a evidência de uma grande província ígnea silícica (SLIP) Statheriana de longa duração no bloco paleocontinental SFC.
Assunto
Magmatismo, Geoquímica
Palavras-chave
Magmatism, Geochemistry
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https://www.scielo.br/j/bjgeo/a/F66msQxGZq4QMn3rb9cXgbD/abstract/?lang=en