Correlação dos níveis plasmáticos de proproteína convertase subtilisina kexina tipo 9 (PCSK9) com parâmetros do perfil lipídico e do estresse oxidativo em mulheres jovens e na pós-menopausa

dc.creatorAline da Paz Fernandes
dc.date.accessioned2019-08-10T21:03:26Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:17:36Z
dc.date.available2019-08-10T21:03:26Z
dc.date.issued2018-06-05
dc.description.abstractThe hormone use, combined oral contraceptives (COC) and postmenopausal hormone therapy (MHT), as well as aging have a direct effect on lipid metabolism and may trigger cardiovascular changes. Pro-protein convertase subtilisin kexina type 9 (PCSK9) is a new component of lipid metabolism associated with the development of dyslipidemia, atherosclerosis and cardiovascular events. The aim of this study was to investigate the correlation use between COC and MHT in the lipid profile parameters towards PSCK9 and oxidative stress markers in young and postmenopausal women. The study included 79 women distributed into four groups: young women using COC (COC, n=20) or not (no-COC, n=20), and postmenopausal women performing MHT (THM, n=17) or not (no-THM, n =22). Lipid profile parameters were determined by colorimetric-enzymatic methodologies. PCSK9 plasma levels were quantified by ELISA. MTT and TBARS levels were used to evaluate oxidative stress. Statistical analyzes were performed by MINITAB program version 17.0. Significant differences were observed in relation to total cholesterol (TC) and tryglicerides (TG) when comparing no-COC and COC, and no-COC and no-THM groups; in relation to high-density lipoprotein cholesterol (LDLc) when comparing no-COC and no-THM, and no-THM and THM groups. The young people group who used hormone had higher PCSK9 plasma levels than young group who did not use (p <0.05). The highest TBARS level was verified in COC group in relation no-COC groups. PCSK9 plasma levels correlated positively with lipid profile parameter TC, suggesting that PCSK9 increase may have some effect on dyslipidemia. PCSK9 also correlated with MTT variable in COC group. By considering the data of lipid profile parameters, PCSK9 and oxidative stress markers, these were found to be are higher in young women who use COC; whereas in the group of postmenopausal women in THM, better results were found for the lipid profile compared to those who did not take. Our results suggest that the hormone use, age-related, may interfere with lipid metabolism by different mechanisms.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/FARB-BC8NL7
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectMetabolismo dos lipídeos
dc.subjectHormonios
dc.subjectProtease
dc.subjectPós-menopausa
dc.subjectEstresse oxidativo
dc.subjectLipoproteinas
dc.subject.otherestresse oxidativo
dc.subject.otherperfil lipídico
dc.subject.otherPCSK9
dc.subject.othermulheres jovens e pós-menopausa
dc.titleCorrelação dos níveis plasmáticos de proproteína convertase subtilisina kexina tipo 9 (PCSK9) com parâmetros do perfil lipídico e do estresse oxidativo em mulheres jovens e na pós-menopausa
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Ana Paula Lucas Mota
local.contributor.advisor-co1Claudia Natalia Ferreira
local.contributor.advisor1Ieda de Fatima Oliveira Silva
local.description.resumoO uso de hormônios, tanto em contraceptivos orais combinados (COC) quanto na terapia hormonal na menopausa (THM), e a idade possuem atuação direta no metabolismo lipídico e podem desencadear alterações cardiovasculares. A proproteína convertase subtilisina kexina tipo 9 (PCSK9) é um novo componente do metabolismo lipídico associado ao desenvolvimento de dislipidemias, aterosclerose e eventos cardiovasculares. O objetivo deste estudo foi investigar a correlação entre o uso de COC, THM, parâmetros do perfil lipídico, PCSK9 e marcadores de estresse oxidativo, em mulheres jovens e na pós-menopausa. O estudo incluiu 79 mulheres, distribuídas em quatro grupos: jovens em uso de COC (COC, n=20) ou não (não-COC, n=20), e mulheres na pós-menopausa que realizavam THM (THM, n=17) ou não (não-THM, n=22). Método colorimétrico-enzimático foi usado para dosar os parâmetros do perfil lipídico e ELISA para quantificar os níveis plasmáticos de PCSK9. MTT e TBARS foram determinados para avaliar o estresse oxidativo. As análises estatísticas foram realizadas pelo programa MINITAB versão 17.0. Diferenças significativas foram observadas em relação ao colesterol total (CT) e triglicérides (TG) quando comparados os grupos não-COC e COC, e não-COC e não-THM; e a lipoproteína de baixa densidade colesterol (LDLc) quando se comparou não-COC e não-THM, e não-THM e THM. O grupo de jovens que usava hormônio apresentou níveis plasmáticos mais elevados de PCSK9 do que o grupo de jovens que não usava (p < 0,05). Quanto à avaliação dos marcadores de estresse oxidativo, foi verificada diferença nos grupos COC e não-COC, com níveis mais elevados de TBARS no grupo COC. Além disso, níveis plasmáticos de PCSK9 correlacionaram-se positivamente com o parâmetro do perfil lipídico CT, sugerindo que o aumento de PCSK9 exerce algum efeito na dislipidemia. A PCSK9 também teve correlação com a variável MTT, no grupo COC. Considerando os dados dos parâmetros do perfil lipídico, PCSK9 e marcadores do estresse oxidativo, foi verificado que estes se apresentaram mais elevados em mulheres jovens que usam COC; ao passo que no grupo de mulheres pós-menopausadas em THM verificou-se melhores resultados para o perfil lipídico, em comparação com aquelas que não fazem THM. Nossos resultados sugerem que o uso de hormônios, dependendo da idade, pode interferir no metabolismo lipídico por mecanismos diferentes.
local.publisher.initialsUFMG

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