Wittgenstein: a filosofia da linguagem como filosofia primeira e paradigma
| dc.creator | Célio Moreira Cardoso | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-13T07:21:06Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T00:25:56Z | |
| dc.date.available | 2019-08-13T07:21:06Z | |
| dc.date.issued | 1980-08-22 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/BUOS-9NUGXR | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Wittgenstein, Ludwig, 1889-1951 | |
| dc.subject | Linguagem | |
| dc.subject | Filosofia | |
| dc.subject.other | Filosofia | |
| dc.title | Wittgenstein: a filosofia da linguagem como filosofia primeira e paradigma | |
| dc.type | Dissertação de mestrado | |
| local.contributor.advisor1 | Celio Garcia | |
| local.contributor.referee1 | Guido Antonio de Almeida | |
| local.contributor.referee1 | Hugo Pereira do Amaral | |
| local.description.resumo | Num certo momento de leituras e diálogos que o autor desta dissertação teve oportunidade de realizar, surgiu uma objeção que pode ser assim expressa: seria cabível afirmar que a filosofia da linguagem é, atualmente, um paradigma, quando ela reflete sobre a liquidação da própria filosofia? Não há notícia de que algum paradigma científico se tenha preocupado com o aniquilamento da própria ciência! É verdade que esta dissertação não afirma que a filosofia da linguagem é paradigma, uma vez que a época atual é considerada como pré-paradigmática, cheia de caminhos que se cruzam e se distanciam, sem que tenha aparecido uma obra que polarize e encaminhe os problemas e interesses do século XX. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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